Com o objetivo de aprofundar a relação da ENSP com os Movimentos Sociais, teve início, na Escola, o processo de articulação para a constituição de um fórum voltado para essa temática. Para tanto, no dia 5/6, professores, pesquisadores, analistas de gestão e técnicos se reuniram para apresentar projetos e atividades que desenvolvem com os movimentos sociais e sindicatos nas dimensões do ensino, pesquisa, cooperação técnica e serviços de referência. A instituição de fóruns de discussão se insere na nova política de Direção da Escola e visa alcançar o debate com uma comunidade mais ampliada de pares, para criar e fortalecer espaços de diálogo. Além de outras frentes, a Escola pretende contar com a participação desses movimentos na reflexão sobre os desafios da saúde pública e em sua própria formação, tendo em vista o enfrentamento desses desafios.
Dentre as principais questões levantadas e discutidas pelos participantes da reunião, vale destacar o protagonismo dos movimentos sociais no conhecimento e na transformação da realidade. Segundo o pesquisador do Departamento de Endemias Samuel Pessoa e coordenador dessa articulação, Eduardo Stotz, movimentos sociais expressam as contradições da sociedade e lutam por direitos nas dimensões do trabalho, gênero, moradia, saúde mental, situação da pobreza, exposição aos agravos e muitos outros. Durante o encontro, Stotz ressaltou a preservação da autonomia desses movimentos como um dos aspectos relevantes, “uma vez que envolve tanto a sua integração crítica a iniciativas estatais como ao posicionamento da ENSP como um órgão do Estado frente a eles”, explicitou.
Além de Eduardo Stotz e do diretor da ENSP, Hermano Castro, a reunião contou com a presença de representantes de diferentes departamentos e movimentos. Entre eles Emilia Correia, pelo Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria da ENSP; Carla Moura Lima e Marize Cunha, pelo Departamento de Endemias Samuel Pessoa; Paulo Amarante, pelo Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (Laps/ENSP); Paulo Bruno, pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental (DSSA/ENSP); Carlos Basília, pelo Observatório TB Brasil; Fatima Pivetta e José Augusto Pina, pelo Centro de Estudo em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP); Maria Helena Barros e Luiz Carlos Fadel, pelo Grupo de Direitos Humanos em Saúde Helena Besserman (Dihs/ENSP); e Sandra Martins, Rosane Souza, Pedro Lima e Leonardo Brasil Bueno, pela Assessoria de Cooperação Social da ENSP.
Fonte: Informe Ensp
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sexta-feira, 14 de junho de 2013
Campanha: Beba na Caneca!
Beber água é fundamental, mas façamos um esforço para evitar o copo descartável.
Veja a sugestão da do pessoal da ENSP/Fiocruz.
Dá trabalho?, certamente que não!.
Lembram que há alguns anos era comum os estudantes terem um copinho dobrável?
Ou mesmo o famoso "Mate Leão" da praia ser servido num copo em formato de funil feito de papel?
Boas recordações, bons hábitos, não é mesmo?
Protestos contra aumento das passagens: Rio e São Paulo - o bicho pegou!!!
| Concentração na Candelária |
Quem deveria ter controle sobre os nervos, deu demonstrações de violação explícita.
O recado, certamente, foi dado: de ambas as partes.
Protestos contra aumento de passagens no Rio (em São Paulo, em Porto Alegre, em Curitiba, em Maceió...)
Na noite da última quinta-feira, as capitais do Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Maceió, foram novamente palco de manifestações contra o aumento das tarifas dos ônibus.
Foi o quarto ato do Movimento Passe Livre (MPL), iniciado nas redes sociais.
No Rio, cerca de 10 mil pessoas se reuniram na Candelária, Região Central da cidade, em uma manifestação inicialmente pacífica. Por volta das 21h, os manifestantes sentaram no cruzamento das avenidas Rio Branco e Presidente Vargas, provocando confronto com a polícia. Pelo menos 18 pessoas foram detidas e três ficaram feridas.
A Avenida Rio Branco ficou interditada por uma hora. As fachadas da Assembleia Legislativa (Alerj) e da Igreja de São José, na Av. Presidente Antônio Carlos, foram pichadas. O MetrôRio deixou apenas o acesso pela Avenida Marechal Floriano aberto para a Estação Presidente Vargas. A Estação Cidade Nova chegou a ficar completamente fechada para embarque e desembarque.
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| Patrimônio público |
Em São Paulo, no entanto, a manifestação foi mais violenta. Durante o quarto dia de protestos, mais de 200 pessoas foram detidas - quatro permaneciam presas na manhã desta sexta-feira - e dezenas ficaram feridas. Segundo a Polícia Militar, cerca de 5 mil pessoas se reuniram por volta das 17h em frente ao Theatro Municipal, no Centro de São Paulo.
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| Quem paga esta conta? |
O jornal "Folha de São Paulo" afirma que sete repórteres foram atingidos durante o protesto. Jornalistas da "Carta Capital" e do "Terra" foram detidos.
Porto Alegre, Curitiba e Maceió também tiveram manifestações contra o aumento das passagens na última quinta-feira.
Novos protestos estão marcados para esta sexta-feira. No Rio de Janeiro, a manifestação acontece às 17h no Centro de Niterói, Região Metropolitana do Rio.
Fonte: SRZD, Agência Brasil e Portal Terra







