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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Fim de uma bela jornada

Pessoal, caros e caras leitoras deste blog que foi construído e alimentado não só com o trabalho de uma pessoa, mas com o empenho de muitas pessoas. Estou me despedindo da função de jornalista da ex-Cooperação Social da ENSP/Fiocruz e quero neste espaço render minhas homenagens aqueles e aquelas que me ajudaram a fazer o meu trabalho de comunicação comunitária: Mayalu, Rosane, Vanessa, Ariana, Pedro, Leonídio, Michele, etc. etc. etc...

Com os judocas de Gabu
Quero agradecer a todas e a todos, a parceria na alimentação desta comunicação sobre Manguinhos e suas inúmeras comunidades. Foi um imenso prazer ter podido colocar meus serviços ao inteiro dispor de vocês. Pena não ter podido apurar, produzir conteúdos, registrar, fomentar discussões, falar com todas as pessoas, visibilizar aspirações, vocações, feitos, enfim, as histórias e estórias que povoam Manguinhos e seus milhares de habitantes.

Se mais não pude fazer, perdoem-me, mas as perninhas foram curtas, e nem sempre a vontade de dar voz a todos e todas combinava com as possibilidades e tempos adequados.

No Fórum Social Temático, Porto Alegre (RS)
Foi uma longa caminhada, desde 2011, aprendi a conhecer alguns personagens de Mandela 1, 2 e 3, minhas considerações aos presidentes e presidentas de Associações de Moradores, aos parceiros e parceiras dos equipamentos do DSUP, Biblioteca Parque de Manguinhos, Casa da Mulher, CRJ, Clínicas de Família, Oficina do Rato, a boa e deliciosa comida de Dona Lina e sua filha/neta Deborah, a Patrícia com as Mulheres de Atitude, a dona Geralda da Paz, o Padre Gegê, Simone dos Anjos, Maria Lúcia, amigos e amigas, conhecidos como Chico do Samora Machel, a Graciara da Silva, a Norma, Gabu - um professor de artes marciais/Judô que está descobrindo talentos em Manguinhos... enfim, a tantos e tantas, o meu muito obrigada por terem permitido participar do convívio de vocês.

Mas, fiquem sabendo de uma coisa, é necessário que fique registrado, saio desta função, deste espaço, mas não da vida de vocês: ou seja, vocês jamais sairão de minha vida.

Sandra Martins
jornalista

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

3º Prêmio Abdias Nascimento bate recorde de inscrições em 2013

Os vencedores serão conhecidos na grande festa de premiação, em novembro, no Rio de Janeiro
Mais de 300 jornalistas se inscreveram para o 3º Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento, que encerrou inscrições em agosto. Disputam R$ 35 mil em prêmios jornalistas dos principais veículos de comunicação do país, como O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, O Globo, Jornal A Tarde, Diário de Pernambuco, Revista Istoé, Carta Capital, SBT e TV Record, além de portais como G1, Terra e Agência Brasil (EBC).
O Prêmio teve adesão de profissionais de todas as regiões do país, sendo que a maioria das inscrições é do Sudeste (50%) e do Nordeste (19%). A novidade este ano é o aumento da participação de jornalistas de veículos de imprensa do Norte (9%) e do Centro-oeste (17%). O Sul corresponde a 5% dos/as inscritos/as.
“Os indicadores refletem o envolvimento das Comissões de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojiras) dos respectivos sindicatos. Elas estimularam a cobertura étnico-racial e da diversidade brasileira por meio da divulgação do concurso”, avalia Sandra Martins, coordenadora desta edição. Ela lembra que, com apoio das Cojiras, o Prêmio chegou, pela primeira vez, em Manaus (AM), Cuiabá (MT) e Campo Grande (MS).
Os/as inscritos/as disputam as categorias Mídia Impressa, Internet, Televisão, Rádio, Fotografia e Mídia Alternativa/Comunitária, além da Categoria Especial de Gênero Jornalista Antonieta de Barros.  Os três finalistas, de cada categoria, serão anunciados em outubro e os vencedores serão conhecidos em grande noite de premiação no Teatro Oi Casa Grande, em novembro, no Rio de Janeiro.
Prêmio Abdias Nascimento é uma realização da Cojira-Rio, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ) e conta com apoio das Cojiras que atuam no Distrito Federal, São Paulo, Alagoas, Paraíba, Bahia, Mato Grosso e do Núcleo de Jornalistas Afro-Brasileiros (RS).
Informações: (21) 3906-2450
Fale conosco: mailto: premioabdiasnascimento@gmail.com
Realização: Cojira-Rio /SJPMRJ
Patrocínio: Ford Foundation, Fundo Baobá e Oi
Parceria: Fenaj, Ipeafro, UNIC-Rio, Cultne e Sated
Apoio: W. K. Kellogg Foundation, Fundação Palmares e ANPR

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Oficina - gratuita - de cinema

Já parou para pensar que você também pode se transformar em um documentarista? E, por que não? Bom, como nada acontece do nada, há que se fazer um investimento em sua formação, que podem ser cursos caríssimos (para quem pode) e curso e oficinas gratuitas (para todo mundo). A segunda modalidade, gratuidade, é o que ocorre com a Oficina Live Cinema cujas inscrições seguem até o próximo dia 6 de outubro por meio da página na internet www.oficinalivecinema.com.br


As aulas acontecem nas Bibliotecas Parques de Manguinhos (entre 22 e 30 de novembro) e da Rocinha (07 a 15 de dezembro). Os professores são Luiz Duva, diretor artístico da Mostra Live Cinema, e Ricardo Palmieri, artista, produtor multimídia e pesquisador de Live Cimema. As oficinas serão o grande destaque da tradicional (e badalada) mostra que ocorre anualmente no OI Futuro em Ipanema.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Jornalista é xingada e ameaçada por professores no Rio de Janeiro

Cinelândia, RJ - (Imagem: Divulgação/CBN)
Repórter da CBN, Marcela Lemos foi escalada nesta terça-feira, 1°, para cobrir as reivindicações dos professores do município do Rio de Janeiro, que estão em greve desde a última semana. A jornalista teve problemas com os manifestantes ao se aproximar do ponto de aglomeração do grupo, no centro da cidade.
Ao chegar em frente à Câmara Municipal, a repórter foi cercada por alguns professores, xingada, ameaçada e teve sua entrada no prédio quase impedida pelos revoltosos. Ela tentava acompanhar a sessão do plano de carreiras da categoria. Marcela só conseguiu dar prosseguimento ao seu trabalho – e acompanhar a votação - após intervenção da Polícia Militar.
Também jornalista da emissora de rádio, Maíra Menezes relatou o caso ao participar do ‘CBN Total’. Ela afirmou que a colega de trabalho só não foi agredida fisicamente por manifestantes graças à ajuda de policiais. “Cercaram a repórter”, disse Maíra. “Ela [Marcela] tentou dialogar com eles, explicar a cobertura que tem sido feita pela CBN”, complementou.
Entidades estão preocupadas
O ato contra a repórter provocou a reação de duas entidades da área de comunicação. Em nota conjunta enviada à imprensa no fim desta tarde, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) repudiaram o episódio e rechaçaram “os atos hostis cometidos” por integrantes da manifestação dos professores.
“É extremamente preocupante que atitudes antidemocráticas como as observadas nesta tarde partam de uma categoria profissional cuja responsabilidade é educar as novas gerações. Qualquer tentativa de impedir que profissionais de imprensa exerçam seu trabalho deve ser condenada em respeito à liberdade de expressão e ao direito da sociedade à informação”, lamentam as duas organizações.
Fonte: Comunique-se

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Participe do Concurso Tim Lopes de Jornalismo Investigativo

Em sua sétima edição, o concurso traz como tema especial a Copa do mundo, megaeventos e seus efeitos sobre os direitos humanos, especialmente de crianças e jovens. Entram na temática situações de vulnerabilidade como: trabalho infantil, exploração sexual, turismo sexual, tráfico de drogas, tráfico de pessoas, racismo, violência, remoções, legado social, políticas de proteção e promoção dos direitos, entre outros. 

O concurso premia projetos de reportagem, ou seja, matérias que ainda não foram veiculadas. O repórter (ou a equipe) recebe R$11.550 para desenvolver a reportagem. Esse valor pode ser complementado. Além disso, o responsável pelo projeto escolhido recebe R$3.300 como prêmio. São cinco categorias: mídia impressa, rádio, TV, mídia online e alternativa e categoria especial "violência sexual". Para TV, o montante de investimento na reportagem é de R$17.550. 

É uma iniciativa do Unicef, OIT, Childhood, Fenaj e Abraji, executada pela ANDI- Comunicação e Direitos em homenagem ao jornalista Tim Lopes, morto ao realizar uma reportagem sobre violência sexual. 

Mais detalhes, ficha de inscrição e regulamento, aqui: www.andi.org.br/timlopes
No site também é possível ver os ganhadores de outras edições. São jornalistas renomados. É um prêmio que privilegia a grande reportagem e a qualidade jornalística, além da abrangência. Não é um prêmio de incentivo a pequenas iniciativas.

As inscrições terminam em 27 de outubro. Inscreva-se!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Participatório: plataforma virtual é um interessante espaço de debates e reivindicações da juventude

Em tempos de uso das novas mídias difundidas na internet para o fortalecimento e divulgação de vozes e ideias múltiplas que ecoam para além das barreiras sociais e políticas, a Secretaria Nacional da Juventude investe no Participatório - Observatório Participativo da Juventude. O site estimula o debate e a participação voltados aos jovens brasileiros, nos moldes de redes sociais.

Mensalmente, são desenvolvidas discussões, como o debate envolvendo o Programa Juventude Viva, aberto a todos e todas no http://participatorio.juventude.gov.br, a ser encerrado dia 9 de setembro. Depois, outro tema ficará na roda de conversas.

Sobre a Plataforma
O portal interativo é um site de debates e reivindicações da juventude a respeito das políticas públicas para o segmento. O ambiente virtual pretende ainda estimular a participação do jovem em mobilizações, além de produzir conhecimentos e divulgar conteúdos relacionados às políticas juvenis em geral.

Três grandes núcleos contemplam a plataforma: Estudos e Pesquisas, que reúne publicações, acervo e articulação do conhecimento sobre a temática juvenil; Comunicação e Mobilização, responsável pela divulgação de conteúdos nas redes sociais e pelas ações de mobilização presencial; e o terceiro núcleo é o de Desenvolvimento Digital que tem a tarefa de desenvolver as atividades do site.

Todo esse conjunto de ferramentas visa potencializar o diálogo com os jovens, as universidades, instituições de pesquisa, movimentos sociais e culturais da juventude, assim como a consolidação do diálogo com representações juvenis.

Para interagir na rede e inserir documentos é necessário realizar um registro na página. O usuário pode participar dos debates que estão acontecendo, integrar alguma comunidade já existente ou criar uma nova. O endereço da plataforma é www.participatorio.juventude.gov.br.

Democracia na rede: desafio ou realidade?
Um dos principais desafios que a plataforma pode enfrentar é o de manter o público-alvo em uma nova rede social. Os jovens internautas já estão cadastrados em mais páginas desse tipo do que conseguem efetivamente usar.  Contudo, mesmo tendo uma dinâmica integrada com as redes sociais e blogs, o site não pretende ser mais uma rede de relacionamento e sim de debates e troca de conhecimentos, como se intitula.

É importante ressalvar que não há nenhum conteúdo vinculado na rede sofreu algum tipo de censura, mesmo contendo postagens com críticas ao governo, apesar ser uma página criada pela Secretaria de Juventude, ligada ao Estado. Daí fazer sentido, talvez, poder falar em democracia ao menos pela sensação democrática que a plataforma tem transmitido no que tange a questão da liberdade de expressão.

Nós não queremos só participar, queremos governar o Brasil, é o que diz o título de um dos debates presentes na página. Resta saber que formato essa nova rede terá ao decorrer do tempo, se será, de fato, abraçada pela juventude promovendo uma mobilização efetiva e, principalmente, se o governo responderá também de forma democrática e efetiva às reivindicações demandadas nela.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Continua aberto edital de concurso do Selo Fiocruz Vídeo para animação e documentário

A Fiocruz, através do Selo Fiocruz Vídeo, marca de difusão e fomento de audiovisuais em saúde da Fundação, lançou edital, em 14 de agosto, para o segundo Concurso de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Inéditas. O objetivo do concurso é fomentar e estimular a produção nacional de vídeos no gênero animação (entre 17 e 22 minutos) e documentários (entre 22 e 26 minutos e entre 50 e 52 minutos) sobre temas relativos à saúde pública. 


Com apoio financeiro integral da Fundação Oswaldo Cruz, o concurso apoiará, preferencialmente, produções sobre os seguintes temas: doenças negligenciadas; História da Saúde Pública; doenças transmissíveis; doenças não transmissíveis; violência e saúde; saúde da mulher e da criança (como, por exemplo, parto no Brasil); saúde do trabalhador; saúde mental.


São oferecidos R$ 650.600,00, valor sujeito a impostos, taxas e às retenções (ISSQN, PIS/PASEP, IR, CSLL, COFINS) previstas na legislação tributária federal, estadual e municipal, que estão assim alocados


a - apoio à produção de 02 (dois) vídeos de (17 a 22 minutos) - vídeo único ou em partes, no gênero animação, no valor de R$ 114.975,00 para cada vídeo, totalizando 229.950,00;


b - apoio à produção de 02 (dois) vídeos de ( 22 a 26 minutos) no gênero documentário, no valor de R$ 123.388,00 para cada vídeo, no valor total de R$ 246.776,00;


c - apoio à produção de 01 (um) vídeo de (50 a 52 minutos) no gênero documentário, no valor de R$ 173.874,00.


Fonte: http://www.icict.fiocruz.br/content/aberto-edital-de-concurso-do-selo-fiocruz-video-para-animacao-e-documentario

domingo, 18 de agosto de 2013

Prêmio para jornalistas consolida atuação das Cojiras na promoção da igualdade

 Por meio das Comissões de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojiras), o 3º Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento chegou a todas as regiões do país em 2013. Esta edição ganhou apoio da mais nova parceira, a recém-criada Cojira-MT.

Para lançar o concurso, com inscrições encerradas em 11 de agosto, as entidades se revezaram em várias atividades, como debates e visitas a redações de jornais, emissoras de rádio e de TV. Entre maio e julho, foram realizadas atividades em 11 capitais, com apoio da sociedade civil.

A coordenadora do 3º Prêmio Abdias Nascimento, Sandra Martins, explica que o objetivo era incentivar a imprensa a produzir reportagens que refletissem a diversidade brasileira de maneira equilibrada e que mostrassem como as desigualdades raciais impactam negativamente no desenvolvimento do país.

“A imprensa tem dificuldade em mostrar o racismo como fator estruturante das desigualdade socioeconômicas do país e de representar negros e negras de maneira positiva, como protagonistas e fontes qualificadas”, avaliou Sandra. Jornalista, ela também é coordenadora da Cojira-Rio.

Além de ampliar a pauta dos veículos de comunicação, os lançamentos regionais consolidaram a atuação em rede das Cojiras, acrescenta a coordenadora da Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial (Conajira), Valdice Gomes. "O envolvimento nas atividades fortaleceu as Cojiras e ampliou tanto a capilaridade do Prêmio, quanto a temática racial nas redações, solidificando nossa atuação como referência no jornalismo”, reforçou.

Participação das Cojiras
Com ampliação do envolvimento das Cojiras este ano, além do crescimento das inscrições fora do eixo Rio de Janeiro e São Paulo, um dos destaque é a criação da mais nova entidade, desta vez, vinculada ao Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso. “A organização para o lançamento do Prêmio serviu para a gente fazer algo que tinha em mente, mas que faltava o empurrão necessário”, disse Neusa Baptista, coordenadora da Cojira-MT.

A partir da atividade do Prêmio na cidade, com apoio da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e da Cojira-DF, a Cojira-MT incentivou a imprensa a incluir a temática racial na pauta jornalística fora de datas comemorativas como o 13 de maio, reforçou Neusa.

Durante os lançamentos regionais, as Cojiras apresentaram o concurso e o catálogo da 2ª edição, com os vencedores de 2012. Também exibiram o vídeo da última premiação, para incentivar a participação qualificada dos jornalistas nesta edição.

Com este apoio, o concurso passou por Salvador (BA), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE), Cuiabá (MT), São Paulo (SP), Brasília (DF), Manaus (AM), Campo Grande (MS), além do Rio de Janeiro (RJ). As entidades contaram com apoio dos sindicatos de jornalistas e de organizações de defesa dos direitos humanos, de mulheres e de núcleos de pesquisa.

O Prêmio é uma iniciativa da Cojira-Rio, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ) e homenageia o ex-senador, intelectual e jornalista Abdias Nascimento. Tem apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e das Cojiras do DF, de SP, de AL, da PB, do Núcleo de Jornalistas Afro-Brasileiros (do Rio Grande do Sul) e da Diretoria de Relações de Gênero e Promoção da Igualdade Racial da Bahia.

Informações: (21) 3906-2450
Fale conosco: premioabdiasnascimento@gmail.com
Realização: Cojira-Rio /SJPMRJ
Patrocínio: Ford Foundation, Fundo Baobá e Oi
Parceria: Fenaj, Ipeafro, UNIC-Rio, Cultne e Sated
Apoio: W. K. Kellogg Foundation, Fundação Palmares e ANPR

sábado, 22 de junho de 2013

Obras inacabadas do PAC trazem riscos à saúde

Uma contribuição interessante do pesquisador Alexandre Pessoa, da Escola Politécnica Joaquim Venâncio/Fiocruz. Matéria do Jornal Brasil de Fato que mostra um outro país que não aparece nas grandes emissoras e, quando os assuntos são abordados, "é para culpabilizar a pobreza ou para induzir que nada é possível fazer". Página 8, "Moradores de Manguinhos sofrem com obras do PAC".

Quem puder acessar, leia a matéria na íntegra no site http://www.brasildefato.com.br/node/13096 .

O que mais deixa indignado o pesquisador, está relacionado com o que já se sabia desde o início das obras do PAC-Manguinhos: "os problemas dos projetos, a péssima qualidade das obras e que o arbítrio reinava em pleno século XXI". As fotos não deixam dúvidas sobre o descaso e custos desnecessários - de recursos públicos e de vidas que se foram e outras que ainda serão ceifadas, a médio e longo prazos. E novamente o professor questiona: "Cadê o saneamento nas habitações populares?" 


Ao mesmo tempo em que pergunta, revela uma possível resposta: "A solução seria o Des(governador) Sergio Cabral morar nas “novas” casas do PAC. Ver e sentir as excretas, dejetos humanos ou m... voltando pelo vaso nos dias de chuvas e ter como salário o valor vexatório das indenizações das casas oferecidas pelo Governo do Estado do RJ. Os moradores de Manguinhos merecem e exigem respeito!"

sábado, 15 de junho de 2013

Risco de plantas tóxicas em ambientes escolares

Plantas podem causar desde leve intoxicação até a morte. Crianças com menos de 10 anos são as maiores vítimas

Você sabia que plantas como jibóia, espada-de-são-jorge, coroa-de-cristo, chapéu de Napoleão, comigo-ninguém-pode e mamona são plantas venenosas? E que elas são encontradas nas escolas de todo o país, representando um risco à saúde e à vida das crianças?

O alerta às comunidades escolares é dado pelas pesquisadoras Rosany Bochner, Judith Tiomny Fiszon e Maria Aparecida de Assis por meio do livro “Plantas Tóxicas ao alcance de crianças: transformando risco em informação”, a ser lançado no dia 17/06, segunda-feira, às 14 horas, no espaço Solar da Imperatriz, no Jardim Botânico. 

A publicação é o resultado de um projeto de pesquisa realizado em 69 escolas do municipais do Rio de Janeiro, entre 2008 e 2010. Dessas, 58 apresentavam mais de 20 espécies de plantas venenosas. O trabalho é também uma referência também para pais e alunos, pois a cada 10 casos de intoxicação por plantas tóxicas registradas no Brasil, seis ocorrem com crianças menores de 10 anos e 84% do total dessas intoxicações são acidentais, ou seja, a criança ingeriu, mastigou ou tocou a planta.

“Plantas como espada-de-são-jorge, jibóia, comigo-ninguém-pode, aroeira e tinhorão são as mais comuns nas escolas”, explica a pesquisadora Rosany Bochner, coordenadora do Sinitox – Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, uma parceria do Icict/Fiocruz com o Ministério da Saúde.

Bastante ilustrado, o livro contém explicações sobre as principais plantas venenosas e os riscos que elas causam à saúde, mostrando as partes tóxicas de cada uma delas e os sintomas de intoxicação. As imagens facilitam a identificação de plantas tóxicas que são encontradas em diversos ambientes, muitos dos quais, freqüentados por crianças.

O livro, fruto da parceria entre o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict)/Fiocruz com o Instituto Vital Brazil, será distribuído em escolas públicas municipais e estaduais, e vendido pela Editora Riobooks.

sábado, 25 de maio de 2013

Projeto voltado à comunicação comunitária de Manguinhos


Valeu a pena esperar e apostar nas propostas do Conselho Comunitário de Manguinhos. As parcerias que vieram a partir das articulações deste conselho foram fundamentais para a criação deste curso.

A partir da missão de promoção do desenvolvimento da sociedade, a Unisuam e Fiocruz se uniram com o propósito de implantação de um novo projeto voltado para a comunicação na região de Manguinhos.
Tanto pela extensão do território e das divergências culturais entre cada comunidade que integra o bairro de Manguinhos, existe uma dificuldade de a informação chegar a todos, como foi o caso deste projeto, que teve sua divulgação feita no boca-a-boca, justamente pela falta de meios adequados de comunicação dentro da comunidade.
A turma é composta de 25 alunos, todos moradores de diversas localidades de Manguinhos – Mandela, Varginha, Amorim, Vila Maria, Ex-Combatentes, CHP2, etc.
O curso é composto de duas etapas num total de 24 encontros. Os alunos terão aulas teóricas e práticas – impressos, rádio, blogs, noções de publicidade, desenvolvimento de projetos gráficos e produção de vídeos.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Em debate: Comunicação Comunitária - "Uma onda no ar"

Para quem batalha pela democratização da comunicação, pela comunicação comunitária, pela liberdade de expressão, pelo direito de falar de seu cotidiano... então agende o dia 25 de maio, sábado, para dar uma chegadinha no salão comunitário da Igreja dos Capuchinhos, na Tijuca (Rua Haddock Lobo, 266, Tijuca).

Trata-se de uma sessão pipoca seguida de debate, das 9h às 12h. O filme é o imperdível "Uma onda no ar" que trata da organização e das dificuldades para a manutenção de uma rádio comunitária em uma favela de Belo Horizonte.

No pedaço, para estimular a galerinha a abrir o verbo, nada melhor do que Tião Santos, da Viva Rio, um "cara que manda bem" sobre rádio comunitária. E, a outra personagem, é a nossa Joyce Enzler, jornalista do Teias - Escola Manguinhos, roteirista que já editou muitos documentários pela vida afora, inclusive para a Rede CCAP, de Manguinhos.

O evento, coordenado pelo professor João Marcus, é ligado ao Projeto de Extensão "Memória, e Cidadania: reflexões sobre Direitos Humanos e participação popular" desenvolvido pelo CDOC-ARREMOS/UNIRIO.

"Uma das atividades é a exibição e debate sobre filmes com os quais possamos refletir sobre a realidade brasileira. Discutiremos questões como cidadania, participação, exclusão, memória, informação e direitos", afiançou João Marcos. 

evento é pensado para estudantes do Ensino Médio, universitários, agentes populares e público em geral. Evento gratuito. Classificação etária 14 anos.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Palestra sobre crack marca abertura de ano letivo no Icict/Fiocruz


Com a mesa redonda “A informação, a comunicação e a agenda da saúde: o caso do crack”, será no dia 8/04, na segunda-feira, a palestra de abertura do ano letivo do curso de pós-graduação do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde – Icict, da Fiocruz.

Participarão os pesquisadores Francisco Inácio Bastos (Lis/Icict/Fiocruz), Marcelo Rasga Moreira (Ensp/Fiocruz), Paulo Amarante, presidente da Associação Brasileira de Saúde Mental (Ensp/Fiocruz) e o jornalista da TV Globo Caco Barcellos. A mediação será de Claudia Travassos, vice-diretora interina de Ensino e Pesquisa do Icict. A mesa redonda começa às 13h30, com entrada franca, e será realizada no Salão de Leitura Henrique Leonel Lenzi, da Biblioteca de Ciências Biomédicas.
Não há necessidade de inscrições. O prédio da Biblioteca de Ciências Biomédicas da Fiocruz fica na Avenida Brasil, 4.365, em Manguinhos. 

Durante esta semana, o Icict disponibiliza em sua fanpage, postagens sobre o tema, com vídeos e textos a respeito. Confira aqui!

Serviço
Evento: Mesa redonda “A informação, a comunicação e a agenda da saúde: o caso do crack”
Dia e horário: 08/04, 2ª feira, às 13h30
Local: Salão de Leitura Henrique Leonel Lenzi, da Biblioteca de Ciências Biomédicas, que fica na Avenida Brasil, 4.365, em Manguinhos
Entrada: Franca. Não há necessidade de inscrições.

Mais informações sobre quem são os debatedores clique abaixo.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Lançamento de Associação Nacional de Mídia Afro

No dia 18 de março, o Espaço Cultural do CEDIM (Conselho Estadual dos Direitos da Mulher) vai sediar, às 17h, cerimônia de lançamento da Associação Nacional de Mídia Afro (ANMA), na Rua Camerino 51, Centro.

A missão da ANMA é a defesa da liberdade de expressão, em todas as suas formas, os interesses de seus associados e suas prerrogativas como executores de serviços de interesse público, enfatizando os princípios  adequados à divulgação da  tradição e cultura de matriz africana permitindo, assim, dar credibilidade às nossas expressões ritualísticas.

Representar seus associados e estabelecer intercâmbios com outras entidades congêneres estaduais, nacionais e internacionais.

terça-feira, 12 de março de 2013

Justiça Federal condena ex-estudante da UnB por crime de racismo na internet

Excelente notícia vinda de Brasília: a Justiça Federal condenou o ex-estudante da Universidade de Brasília (UnB), Marcelo Valle Silveira Mello, a seis anos e sete meses de prisão, além de 192 dias-multa, o equivalente a R$ 3.508,03, por crimes de racismo com base na Lei 7.716/89 - a Lei antirracista, que leva o nome do ex-deputado federal pelo Rio de Janeiro, Carlos Alberto Oliveira, o Caó.
A decisão é da Vara Criminal Federal da Subsecção Judiciária de Curitiba, onde o ex-estudante está preso desde março de 2012, pela prática de crimes de racismo e Pedofilia na Internet, juntamente com Emerson Eduardo Rodrigues - condenado a penas de seis anos, seis meses e cinco dias e 106 dias-multa, o equivalente a R$ 1.936,72..
Silveira Mello já havia sido condenado pela Justiça de Brasília por fazer apologia à discriminação e pregar o ódio e a intolerância com ofensas  de caráter racial a negros que chegaram a Universidade por meio do sistema de cotas, adotado pela UnB em 2004.
Perseguição 
O ex-estudante é o mesmo que, de 2006 a 2010, desencadeou campanha de perseguição contra jornalistas do site Afropress (agência de notícias on line que trata, especialmente, dos temas de interesse da maioria da população brasileira) e de ataques ao site. Silveira Mello coordenava uma rede de racistas e neonazistas organizados em S. Paulo, Brasília – onde morava à época – e Curitiba, onde acabou sendo preso pela Polícia Federal, no dia 22 de março do ano passado, na Operação Intolerância da PF.
Eles foram identificados e presos como responsáveis por postagens criminosas encontradas no site silviokoerich.org, com mensagens em que faziam a apologia à violência contra mulheres, negros, homossexuais, nordestinos e judeus, além da incitação do abuso sexual de menores.
Os condenados não terão direito a apelar da sentença em liberdade, por medida de garantia da ordem pública, porém, a pena deverá ser cumprida em regime semi-aberto.
Para o advogado processualista Renato Borges Rezende, que acompanhou a primeira condenação representando a ONG ABC sem Racismo, tendo atuado como assistente de acusação, “a decisão da Justiça Federal do Paraná confirma o que já havia decidido a Justiça comum do DF demonstrando inequivocamente, que se trata de um cidadão que, conscientemente, age na prática de crimes de intolerância”.
Justiça
Borges Rezende lembrou que as investigações conduzidas pela Polícia Federal constataram o que a Afropress vem denunciando desde 2006, ou seja: que, por trás dessas meras declarações racistas, há um verdadeiro esquema organizado que prega a intolerância não só racial, mas também contra nordestinos, homossexuais, indígenas, judeus, e a incitação à pedofilia.
“A prisão, à época da “Operação Intolerância", baseou-se em elementos da maior gravidade. Havia uma logística que dava suporte não só a Marcelo Valle, mas também a outros partícipes, tudo objetivando difundir ideias voltadas à intolerância e à apologia  da pedofilia”, afirmou.
Ele destacou que a pena aplicada a Silveira Melo "é expressiva, histórica e pedagógica". “Porém, é bom lembrar que há muitos outros racistas à solta e que passaram a dar suporte logístico a outros testas de ferro, como eram os dois agora condenados. Os ataques ao site da Afropress, mesmo após a prisão dos acusados, continuaram acontecendo”, assinalou, o que segundo ele, confirma a existência de uma quadrilha de delinquentes organizados para a prática de atos ilícitos e a pregação do ódio e da intolerância.
“Não é hora para o silêncio. O racismo e a intolerância são crimes e nessa condição vem recebendo pronunciamentos judiciais que fazem da nossa Lei não mais uma letra-morta ante a tantas outras cenas de impunidade que cotidianamente desanimam o povo brasileiro. O Brasil dá exemplo ao mundo condenando à prisão racistas e pedófilos. Isto é histórico”, concluiu.
Fonte: Afropress

domingo, 3 de março de 2013

Cobertura da mídia nacional separa violência e racismo

Esta é a conclusão da pesquisa desenvolvida pela ONGANDI (Comunicação e Direitos, sediada em Brasília), que analisou as coberturas realizadas por cinco jornais diários de circulação nacional e 40 de abrangência regional ou local.

A matéria é de Flávio Carrança e publicada na Revista Raça nº 175, cuja capa traz Lázaro Ramos e está nas bancas de todo o país. Por sinal, é bom lembrar que esta revista é a única publicação em banca de jornais com foco nas comunidades negras (pretos+pardos, segundo o IBGE). Dizem que ela é racista por conta disso, mas, salvo engano, sendo a única, é sinal de que há 99,9% de revistas que não focam o não-branco (idealizado, sabemos nós).

No texto, Carrança afirma que a pesquisa traz surpresas como a de um jornal de circulação regional, A Tarde, da Bahia, que lidera em termos quantitativos o debate sobre racismo, seguido pelo Estado de São Paulo.

O trabalho mostra que os jornais impressos discutiram racismo, impulsionados, entre outras coisas, pela ação do movimento social brasileiro e, particularmente, do Movimento Negro, com debate tecnicamente qualificado, embora nem sempre favorável às políticas públicas de combate ao racismo implementadas pelo Estado brasileiro. Além disso, constatou, na cobertura realizada pelos jornais, uma clara desvinculação entre as violências físicas praticadas contra a população negra e o debate sobre o racismo.

De 1.602 notícias analisadas pela ANDI, apenas 3,30% citam homicídios ou chacinas contra a população negra.
De 2007 a 2010: 19 textos sobre racismo foram publicados pelo Valor Econômico (circulação nacional).
210 textos sobre racismo foram publicados pelo A Tarde, da Bahia.

A pesquisa constata que a imprensa brasileira pauta pouco o assunto e quando o faz, busca estratégias para desvincular a questão racial. Entretanto, basta olhar para quaisquer editorias de polícia, geral, cidades, cotidiano, que se verá, se houver interesse, de que o tema racismo é transversal, ou seja, está presente. Comunidades de baixa renda, miserabilidade, precariedade dos serviços públicos, violência contra jovens, enfim, a cor e todo um histórico secular de ausências e negações estão super presentes.


Esta pesquisa vem ao encontro das aspirações do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento, na terceira edição este ano, que busca estimular a produção de conteúdos jornalísticos sobre temas relacionados à população negra - premiar uma cobertura qualificada.

Matéria completa no site da Revista Raça: http://racabrasil.uol.com.br/cultura-gente/175/jornais-brasileiros-separam-violencia-e-racismo-essa-e-uma-277422-1.asp

Mais informações sobre o prêmio no site www.premioabdiasnascimento.org.br 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Democratização das Comunicações é agregar valor

Uma bela iniciativa para a democratização das comunicações vem das entidades representativas de matriz africana. Foi iniciado um iniciado um diálogo com o Ministério das Comunicações sobre os diversos pontos demandados pelos Povos Tradicionais de Matriz Africana. A ideia tomou forma a partir da provocação de Mãe Beth D'Oxum (PE), Vilma Piedade (RJ), Baba Alexandre de Oxalá (DF) e Pai Paulo (SP), que protocolaram um documento no Ministérios das Comunicações, com cópia para a SEPPIR.

O Secretário Executivo do MiniCom, Senhor Cezar Alvarez, recebeu, em fins de 2012, a comissão juntamente com Secretários de diferentes áreas, que se dispuseram a aprofundar o diálogo agora no início de 2013.

Uma das argumentações apresentadas no documento, diz respeito a: um diagnóstico da situação dos processos de solicitação de rádios comunitárias já abertos por entidades representativas de matriz africana e quilombolas, para que se possa buscar meios de resolver possíveis pendências e agilizar as concessões.
Dalmo Oliveira
Rádio Zumbi
Uma das emissoras que tem forte presença do movimento negro é a paraibana Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares, localizada no bairro Ernesto Geisel, em João Pessoa. “Não se concebe que uma cidade com quase um milhão de habitantes só tenha apenas uma rádio comunitária outorgada”, disse Dalmo Oliveira, diretor da Rádio Zumbi.

É importante ressaltar que este tipo de iniciativa deveria se alastrar em todo o país, pois não tem cabimento que num país de dimensões continentais como o Brasil, todo o sistema de comunicação esteja nas mãos de menos de dez famílias, que mantém com mãos de ferro as pesadas restrições à comunicação comunitária brasileira.

Um dos programas de de grande audiência da Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares é o “Alô Comunidade” é um programa da Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares, que é transmitido pela Rádio Tabajara (1.110 AM), retransmitido por sete rádios comunitárias e diversos blogs e sites, parceria da Sociedade Cultural Posse Nova República, Ponto de Cultura Cantiga de Ninar e Coletivo de Jornalistas Novos Rumos.

O programa vai ao ar todos os sábados às 14h, com apresentação e produção de Dalmo Oliveira, Fábio Mozart e Beto Palhano, reportagem de Fabiana Veloso e Marcos Veloso. 

Fonte: http://radiozumbijp.blogspot.com.br

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Radiodifusão é mais perigoso do que uso de drogas




Notícia, no mínimo, difícil de entender sem entrar no mérito dos interesses econômicos de determinados grupos que mandam e desmandam neste Brasil deitado em berço esplendido: Câmara rejeita descriminalização de radiodifusão de baixa potência sem autorização.

O uso de drogas poderá vir a ser descriminalizado mas a exploração de rádios comunitárias está fora de cogitação. 

Com apoio de deputados do PT, PCdoB e parte dos parlamentares do PSB, a maioria dos deputados da Câmara votou pela retirada do artigo 8º da Medida Provisória das Parcerias Público-Privadas (PPPs), MP 575/2012, que dava nova redação ao artigo nº 70 do Código Brasileiro de Telecomunicações (lei 4.117). 

O objetivo da Emenda oriunda do Senado era de descriminalizar a operação de rádios e TVs clandestinas com potência inferior a 100 watts no País, além de reduzir a pena de detenção para o mínimo de seis meses e máximo de dois anos, sem agravantes. 

Fonte: http://chicosantannaeainfocom.blogspot.com.br/2012/12/camara-rejeita-descriminalizacao-de.html - Do Telaviva news
http://radiozumbijp.blogspot.com.br/2011_11_01_archive.html

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Consultório na Rua no Canal Saúde na TV

No blog da Clínica de Família Victor Valla, mais uma boa notícia. Vocês sabiam que o "Consultório na Rua foi tema, de novo, no Canal Saúde da Fiocruz que passa na TV Brasil?

Pois é... Foi no quadro Sala de Convidados.

No debate, falou-se dos quase 32 mil moradores de rua em 71 municípios brasileiros, de acordo com dados do Ministério de Desenvolvimento Humano de 2008. 

O debate teve como convidados a coordenadora do Teias - Escola Manguinhos da ENSP/Fiocruz, Elyne Engstrom; diretora do Serviço de Abordagem Social-SMAS/RJ, Daphine Braga; consultor do Ministério da Saúde, Alexandre Teixeira Trino. 
Também foram entrevistados alguns membros da equipe do Consultório na Rua da CFVV (Clínica da Família Victor Valla): Marcelo Soares, enfermeiro; Cristiana Sampaio, psicóloga; e Daniele Lopes, técnica de enfermagem.