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Leonardo Prado Participantes de seminário: meios de comunicação públicos devem combater o preconceito. |
Mídia pública (rádio, tv e online) deve representar diversidade e pluralidade
Palestrantes do seminário internacional “Regulação da Comunicação Pública” defenderam, março em Brasília, que os meios de comunicação públicos devem combater o preconceito de gênero e a discriminação de pessoas por etnia, cor e raça. No evento, promovido pela Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão (Frentecom) e pela Secretaria de Comunicação Social da Câmara, os debatedores também destacaram que esses meios devem representar, em sua programação e em seu quadro de pessoal, a diversidade da sociedade brasileira.
Para a representante da Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial (Conajira), Juliana Cézar Nunes, os meios de comunicação públicos devem ser aliados da sociedade no combate ao racismo. Um estudo de 2007 indicou que apenas 6% dos apresentadores e apresentadoras das emissoras públicas são negros. Para Juliana, as emissoras públicas têm observado os resultados desse estudo, que precisará ser refeito. Ela defendeu cotas de profissionais negros nas empresas de mídia pública.








