sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Artistas e produtores de projetos de cultura negra pedem ampliação de patrocínio em Audiência Pública na Câmara


Grupo Vocal Sorriso Negro
A política de patrocínio público à cultura negra foi o tema da audiência pública realizada pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, em agosto, em Brasília. 
Representantes dos setores artísticos e de produção cultural do pouco protagonismo na produção da arte e cultura negras, assim como do baixo índice de projetos que conseguem patrocínio, especialmente junto a empresas estatais.Participaram do debate empresas estatais que lançam editais voltados para cultura – como o Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal (CEF).
De acordo com os representantes do MinC, nos últimos quatro anos, o ministério recebeu cerca de 30 mil propostas de incentivo, das quais 473 eram ligadas à cultura negra. Deste total, apenas 93 projetos foram aprovados para captação de recursos e 25 receberam patrocínio efetivo.



Leia a matéria completa clicando abaixo.

População de rua: ações, perspectivas e desafios


“Os rótulos e estigmas da população de rua precisam ser ressignificados para não haver preconceito e exclusão. O dispositivo Consultório na Rua é potencial para introduzir essa população no Sistema Único de Saúde, tendo como porta de entrada a atenção básica”, destacou o apoiador institucional do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Alexandre Trino, no I Seminário de Experiências da Atenção Primária em Saúde com População de Rua. O evento, coordenado pela pesquisadora do Teias-Escola Manguinhos Mirna Teixeira, iniciou na quarta-feira (19/9) e prossegue até sexta-feira (21/9), com apresentações de experiências exitosas no tratamento da população de rua em diversos estados do país. Trino, responsável pela palestra de abertura, explicou conceitos fundamentais para profissionais que atuam com população de rua. Confira na Biblioteca Multimídia da ENSP as apresentações do seminário.

Alguns destaques
Valcler Rangel - vice-presidente de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz, também presidente da Comissão Brasileira de Drogas e Democracia, representando o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha  há necessidade de trabalhar a temática das drogas relacionada à população de rua, por meio de uma abordagem integral da questão no âmbito da saúde pública. “O crack e sua relação com a população de rua é o tema que mais nos desafia na saúde pública”. 

Elyne Engstrom - coordenadora da iniciativa Teias - há falta de respostas do setor da saúde em relação à população de rua. “Existem grupos que necessitam de um olhar mais específico e precisam ser incorporados pelo SUS. (...) A concentração de pessoas vivendo na rua em Manguinhos é muito grande e não está relacionada somente ao crack. Existem também o vício em álcool e a extrema pobreza. Para conseguirmos dar assistência a essa parcela da população, é necessária a integração de todos os serviços. Apenas uma iniciativa não resolve a questão. É preciso trabalhar principalmente a atenção básica e a saúde mental para oferecer um cuidado integral.”

Claudia Gomes Paula e Silva - Equipe Saúde e Movimento nas Ruas, do Centro de Atenção Psicossocial (CAP) 1.0 (Região do Centro do Rio de Janeiro) - palestra A experiência na Atenção Primária à Saúde com atendimento à população de rua - A equipe utiliza a psicologia do Programa de Saúde na Família como estratégia de tratamento. É feita, também, a sistematização de estratégias para melhor resultado. A Equipe Saúde e Movimento nas Ruas tem dois anos de atuação e, atualmente, estão cadastrados 4.200 moradores de rua.

Marcelo Soares - enfermeiro da equipe Consultório na Rua do Teias-Escola Manguinhos - Explicou que o território de Manguinhos é coberto pela Estratégia de Saúde da Família, uma parceria entre a Fiocruz e a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SMSDC-RJ). Ao todo, são 14 equipes atuando, com 7 lotadas no Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSGSF/ENSP) e 7 na Clínica da Família Victor Valla. O Consultório na Rua em Manguinhos, iniciado em 2011, age na lógica da redução de danos, pois trabalha com a saúde pactuada nos princípios dos Direitos Humanos. “Nem todos os pacientes são usuários de drogas que desejam, de fato, largar as drogas. Por isso, atuamos com a lógica da redução de danos”, explicou ele. O perfil dos moradores de rua cadastrados com CR: 56% estão na faixa etária entre 18 e 28 anos, sendo a maioria homens, da cor parda, que passam a maior parte do dia na rua; 47% não possuem nenhum tipo de documento; e 99% são usuários de álcool e drogas - destes, 60% são usuários de crack. Para obter efetividade, é preciso fortalecer o trabalho integrado. 

Daniel de Souza - Programa de Saúde da Família do Jacarezinho (CAP 3.1) - Desde abril de 2012, o projeto atende cerca de 70 usuários por dia, e 90% das demandas são para cuidados clínicos imediatos e de assistência social. “Já realizamos o cadastro de 237 usuários na região; 50,65% homens e 49,3 mulheres, sendo 21 crianças e adolescentes na faixa etária entre 8 e 17 anos. 

Vera Martinez Manchini - Programa de Saúde da Família (PSF), da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo - O programa está em fase de transição de PSF Especial para Consultório na Rua. Hoje existem 10 equipes atendendo a população de rua residente na região central de São Paulo. “Temos 26 mil pessoas morando nas ruas de São Paulo. A maioria adulta (80%) e do sexo masculino. Atuar nessa área é um grande desafio, mas a cada dia aprendemos com as experiências que encontramos nas ruas.”

Fonte: Informe Ensp/Fiocruz - Tatiana Vargas - Publicada em 

Carta-Compromisso com Prefeitáveis na Uerj


Do encontro, ocorrido (18/9) na Uerj, com os candidatos ao cargo de Prefeito da cidade-canteiro de obras para os grandes eventos mundiais, a organização e os presentes ao Fórum de Saúde do Rio de Janeiro entregaram uma Carta chamando os/as candidatos/as à responsabilidade para com a Saúde Pública de qualidade, ou seja, a "defesa do modelo assistencial previsto no SUS constitucional que valoriza a prevenção, a promoção da saúde, a integralidade e a intersetorialidade das ações, na perspectiva de romper com o modelo, centrado na doença e subordinado aos interesses lucrativos da indústria de medicamentos e equipamentos biomédicos, deslocados das necessidades da população que ainda é hegemônico", entre outros pontos a serem destacados adiante.

Apesar do interesse dos/as candidatos/as por palcos como este, em que podem apresentar suas propostas e mostrar-se diante dos holofotes, há candidatos/as que não comparecem, não se expõem, não escutam e não querem escutar as cobranças e propostas de construção coletiva de uma gestão que deveria focar toda a população daquele município. Enfim... neste encontro, três não compareceram: Eduardo Paes (PMDB), Rodrigo Maia (DEM) e Aspásia Camargo (PV).

O debate contou com a participação dos seguintes candidatos e/ou representantes:

- Antonio Carlos Silva do PCO
- Cyro Garcia do PSTU
- Fernando Siqueira do PPL
- Geraldo Nogueira –vice do Otávio Leite do PSDB
- Juliana Fiuza – da direção do PSOL, representando o Marcelo Freixo

Cerca de duzentas pessoas participaram do debate e tiveram presentes várias entidades, partidos, sindicatos, centrais sindicais, movimentos sociais, como Movimento Nacional Quilombo, Raça e Classe; CSP-CONLUTAS; Fórum de Manguinhos/Fiocruz; Associação de Cuidadores; Conselho Comunitário de Manguinhos; Baía de Sepetiba Pede Socorro; Associação de Servidores da FIOCRUZ-ASFOC, entre outros.

Alguns destaques da Carta do Fórum de Saúde do Rio de Janeiro

- Contra todas as formas de privatização da rede pública de serviços com imediata revogação da Lei Municipal que cria as Organizações Sociais (Lei nº 5.096/2009); 

- Garantia de investimento de recursos públicos no setor público da saúde, com imediata retomada da gestão pública das UPAS, Clínicas da Família e demais Programas de Saúde gerenciados por OSs, bem como progressiva estatização dos serviços terceirizados e contratualizados com o setor privado;
- Defesa de 10% do PIB para a saúde, investir 15% da arrecadação dos impostos do município para a saúde;

- Cobrar do governo estadual a aplicação de 12%, conforme Lei Complementar nº 141, de 13/01/2012, que define os valores mínimos a serem aplicados anualmente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios em ações e serviços públicos de saúde; 

- Expansão do acesso a consultas, exames e procedimentos especializados, ampliando investimentos na modernização e atualização tecnológica, e qualificando o sistema de regulação e de fila de espera, com fluxos e protocolos baseados nas melhores práticas e devidamente divulgados;

- Concurso público para trabalhadores da saúde e implantação de plano de carreira no Serviço Público, que assegurando imediata ampliação do quadro de pessoal da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC);

- Afirmação das políticas antimanicomiais e ampliação da rede de atenção psicossocial, que inclui os CAPS, CAPSi, CAPS AD, Dispositivos Residenciais Terapêuticos, Centros de Convivência, Consultórios de Rua, entre muitos outros, sempre na lógica da Reforma Psiquiátrica e da Estratégia de Redução de Danos;

- Pelo fortalecimento do Controle Social Democrático, assegurando respeito às instâncias de controle social do SUS, aprofundo-as mediante a instalação de conselhos gestores paritários e deliberativos nas unidades e serviços de saúde.

- Pelo cumprimento das decisões das Conferências de Saúde e das Conferências Intersetoriais de Saúde Mental nas três esferas de governo.

- Por uma sociedade justa, plena de vida, sem discriminação de gênero, etnia, raça, orientação sexual, sem divisão de classes sociais.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Evento Cultural com Carlos Negreiros, percussionista

A galerinha que gosta de música popular brasileira, em especial o samba, não pode perder a oportunidade de participar do “Pandeiros & Tambores: Carlos Negreiros & Quase Tudo Pandeiro” que acontece no dia 22 de setembro, sábado, a partir das 16h, no Arte Rural – Centro Integrado das Artes, Largo de São Fracinsco da Prainha, nº 4, sobrado, próximo à Praça Mauá, no Rio.

Carlos Augusto de Negreiros Ferreira, mais conhecido como Carlos Negreiros, é um grande percussionista, compositor, cantor brasileiro, diretor musical e estudioso dos ritmos afro-brasileiro que ministrou aulas de percussão no Centro Cultural da Uerj.

Organizações da Mídia Étnica pautam participação nas políticas de Cultura e Comunicação

Entre os dias 17 e 19 de setembro de 2012, comunicadores negras(os) e indígenas de várias regiões do país participaram do Seminário Nacional de Comunicação para a Cultura no Rio de Janeiro. O encontro teve como objetivo contribuir na proposição de ações que resultarão no Programa Comunica Diversidade, do Ministério da Cultura.

Dentre as deliberações do evento estão: a criação de Audiência Pública no Congresso Nacional, proposta pela Deputada Federal Luiza Erundina (PSB-SP), para discutir a participação dos recursos publicitários estatais a veículos da mídia étnica; a realização de um Encontro Nacional em dezembro, com apoio da Fundação Cultural Palmares; e a realização de uma Roda de Conversa sobre esse tema, construída junto a Secretaria Especial de Políticas de Promoção de Igualdade Racial (Seppir).

A luta pela participação negra na comunicação é histórica. Desde a imprensa negra no século 19 até os dias de hoje, dezenas de veículos se dedicam diariamente a cobrirem a cultura e história dos povo afro-brasileiro, porém nunca tiveram uma política pública de investimento e fomento, o que já fez com que vários veículos fechassem as portas.

Apesar de marcos legais, como o Estatuto da Igualdade Racial, as Conferências de Cultura e Comunicação, e tratados internacionais tratarem do tema da participação étnica na mídia, as organizações desse segmento da comunicação ainda são invisíveis para órgãos como o Ministério das Comunicações e as empresas estatais que anunciam, em sua maioria, em grande veículos.  

Dados da Folha de São Paulo, divulgados nessa semana, mostram que 70% das verbas publicitárias do Governo Federal estão concentradas nos dez maiores grupos de comunicação do Brasil. O encontro foi uma oportunidade para que essas organizações da mídia étnica colocassem suas demandas para o Ministério da Cultura que acaba de nomear sua nova gestora, a ministra Marta Suplicy (PT-SP).

Foto: Clarissa Dutra
Em pé, Paulo Rogério (Instituto Mídia Étnica),
Beth de Oxum (
Ponto de Cultura Coco de Umbigada/PE),
Sandra Martins (Cojira-Rio/SJPMRJ e blog Participação Cidadã),
Edvaldo Nabuco (Abrasme), Washington Lúcio (Portal Áfricas),
sentados, Elizandra Souza (Agenda Cultural Periferia) e
Arthur Leandro
 (Instituto Nangeto: Ponto de Mídia Livre – AM)
Segue abaixo texto com reivindicações do segmento.

"O Brasil precisa de um novo marco regulatório para as comunicações, que respeite os Direitos Humanos e o cumprimento do capítulo VI do Estatuto da Igualdade Racial – Dos Meios de Comunicação – e conforme preconizado em acordos internacionais como a Convenção da Diversidade Cultural, Conferência de Durban, Agenda 21 da Cultura, possibilitando ações afirmativas para que mulheres, negras(os) e indígenas possam produzir e gerenciar veículos de comunicação, sejam eles comunitários ou de grande porte. 

Que a Secretaria de Comunicação da Presidência da República replaneje a distribuição de verbas publicitárias para fortalecer e fomentar a mídia étnica que cumpre um papel social importante, dando visibilidade a uma população que não tem espaço na chamada “grande mídia”, comprometendo o reconhecimento das identidades brasileiras.

Que a discussão e implantação sobre a TV e Rádio Digital no Brasil precisa ter a efetiva participação das populações afro-brasileiras e indígenas, em especial, a ocupação dos Canais Cidadania e Cultura.

Que cabe ao Ministério da Cultura fomentar a criação de editais regulares para produção e distribuição de conteúdos produzidos pelo movimento social negro e por povos e comunidades tradicionais de terreiros, indígenas e quilombolas. 

Por fim, que é necessário um programa de fomento à comunicação livre, comunitária e popular em parceria com a sociedade civil para treinamento e qualificação de cidadãos em novas tecnologias de comunicação, leitura crítica da mídia e empreendedorismo na comunicação.

Diversidade étnico-racial deve ser, portanto, essencial na elaboração de qualquer política pública de comunicação e cultura no Brasil."

Assinam:

Portal Áfricas – SP
Instituto Mídia Étnica/Portal Correio Nagô – BA
Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial – Cojira-Rio/Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro
Rádio Amnésia – Ponto de Cultura PE
Agenda Cultural da Periferia/ Ação Educativa – SP
Instituto Nangeto: Ponto de Mídia Livre – AM
Ponto de Cultura Coco de Umbigada – PE
Raízes Históricas Indígenas – Ponto de Cultura – RJ
Rede de Cultura Digital Indígena –RJ
Blog Participação Cidadã da Cooperação Social da Ensp/Fiocruz

Crítica de aluna vira caso de polícia

A história - pescada na internet - é, no mínimo, bizarra, mas merece reflexões. O texto foi publicado no site Yahoo.

Dê sua opinião: A professora agiu corretamente em registrar o BO contra a aluna que expressou sua opinião sobre determinada situação em seu blog? A direção da escola, como lidar com esta situação, considerando as duas partes do problema? A aluna deve ser punida por levar para seu blog temas que sejam relacionados com seu cotidiano escolar? E os pais da menina, devem proibir que a filha continue a produzir conteúdo opinativo em seu próprio blog? 
Claro que há outras questões que você pode abordar. Então... escreva... comente... dê sua opinião sobre esta e outras matérias.


Isadora Faber, dona da página "Diário de Classe", vai à delegacia por difamar professora

A estudante Isadora Faber, de Santa Catarina, prestou na terça-feira (18) depoimento na 8ª delegacia de Polícia de Florianópolis, depois que a sua professora de português registrou um boletim de ocorrência por calúnia e difamação.

A criadora da página "Diário de Classe" foi intimada na segunda. De acordo com o delegado, o caso deve ser encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente e Mulher.

O motivo do B.O. foi o fato de Isadora ter postado na página do Facebook que sua professora teria realizado uma aula sobre política e internet, para humilhar a menina em sala. Junto com seus pais, Isadora foi à diretoria da escola para esclarecer a situação e a professora teria se desculpado.

A garota postou o boletim de ocorrência se dizendo surpresa, pois acreditava que a questão estava resolvida. "Estranhei pois para mim o assunto já estava encerrado desde início do mês, quando ela me pediu desculpas", afirmou.

A polêmica ainda foi seguida de um post dizendo que a professora teria mandado os alunos lerem em sala de aula, os artigos 8 e 9 do regimento interno da Escola Maria Tomázia Coelho, nos quais há a informação de que os alunos não devem levantar injúria e calúnia contra professores, funcionários ou colegas, mesmo que por meios eletrônicos.

A ação da professora teve uma resposta na página da jovem. Abaixo do regimento lido em classe, existe o subtítulo “Medidas Sócio-Educativas”. O item contém as punições aos alunos que não cumprirem as regras da instituição. A medida tomada pela professora, entretanto, é a última recomendada pelo estatuto. “Não sofri nenhuma medida sócio-educativa, fui parar direto na delegacia mesmo. Acho que ela deveria ler o regimento também”, encerrou a aluna.

Roda de Conversa com responsáveis de crianças e jovens com doenças crônicas e deficiências

 Mães, pais e cuidadores de crianças e adolescentes com doenças crônicas e ou deficiências serão os atores principais de uma Roda de Conversa promovido pela equipe coordenada pela dra. Martha Moreira, do Instituto Fernandes Figueira, que acontecerá em dois momentos no Espaço Forró na comunidade de Mandela, no dia 25 de setembro e no dia 9 de outubro, duas terças-feiras, às 14h. Para esta iniciativa, segundo a médica, foi fundamental a parceria com a Equipe de Saúde Nelson Mandela, que tem como ação de trabalho um Fórum de Saúde.

A proposta desta Roda de Conversa é discutir variados aspectos do ter e cuidar de crianças e adolescentes com doenças crônicas e/ou deficiências de forma lúdica e descontraída. 

A equipe de pesquisas é composta pela fisioterapeuta Miriam Calheiros, a pediatra Daniela Kooler e as psicólogas Cláudia e Martha Moreira; além, é claro, da equipe de Nelson Mandela.

Então pessoal, anotem em suas agendas estes dois dias de muita conversa descontraída para falar de algo extremamente sério: 25/09 e 09/10 - Espaço Forró no Mandela - 14h - Fórum de Saúde: Roda de Conversa sobre crianças e adolescentes com doenças crônicas e ou deficiências.

PAC Manguinhos: um relato fotográfico


O Laboratório Territorial e Manguinhos (LTM) da Fiocruz lançou hoje, 20/09, a publicação “PAC Manguinhos: um Relato Fotográfico”, na forma de livro, com 145 páginas, disponibilizada integralmente no site do LTM www.conhecendomanguinhos.fiocruz.br.
Este trabalho se constitui em uma das estratégias metodológicas para acompanhamento do PAC através do registro fotográfico das obras e dos processos de interlocução entre os atores do Programa. Foi pensado como instrumento para que as populações possam expressar suas necessidades e serem protagonistas de suas próprias histórias, bem como das análises e sínteses avaliativas das políticas públicas.
Para estruturar esta análise aproximativa do PAC Manguinhos o LTM considerou três dimensões: 1) os atores sociais que participaram, direta ou indiretamente, na construção dos cenários para e do PAC; 2) as mudanças dos usos do território e na paisagem, que nominamos de Transformações do Espaço; 3) e a compreensão dos impactos diretos e indiretos do PAC na vida das pessoas durante a realização do Programa na perspectiva das mudanças nos determinantes sociais em saúde.
O livro foi produzido, com o apoio do Ministério da Saúde, através do Convênio Fiocruz – MS/SVS de 2008 e do Edital PDTSP Teias Manguinhos/FIOCRUZ de 2010, juntamente com dois documentários “PAC Manguinhos: o futuro a Deus Pertence?” e “PAC Manguinhos: Promessa, Desconfiança, Esperança”. Estes produtos têm como objetivo contribuir para a construção de metodologias que permitam a análise e avaliação de políticas públicas na perspectiva de uma Promoção da Saúde Emancipatória.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Casa do Saber Comunidades: filosofia do bem viver




O primeiro curso do Casa do Saber Comunidades ("Filosofia do Bem Viver", com o professor Leandro Chevitarese) entra em sua segunda semana. Ainda há vagas, e é possível se inscrever, mesmo com o curso já iniciado.

Em Outubro haverá outros cursos às quartas e sábados. 

Esta é uma oportunidade bacana que você pode e deve aproveitar. São cursos de altíssimo nível, com excelentes professores e emissão de certificados aos participantes pela Casa do Saber Rio.



CASA DO SABER COMUNIDADES  
PROGRAMAÇÃO MANGUINHOS

à Especial Zuenir Ventura - DATA A CONFIRMAR

à Filosofia do bem-viver. Leandro Chevitarese.
Quartas-feiras 19/9, 26/9, 10/10. Das 15h às 17h.

à Introdução à história da arte. Hélio Dias Ferreira.
Sábados 13/10, 20/10, 27/10, 10/11. Das 17h às 19h.

à Como a tecnologia pode mudar pode sua vida. Sergio Branco.
Quartas-feiras 17/10, 24/10, 31/10, 7/11. Das 15h às 17h.

à Instantâneos do século XX. Mauricio Santoro.
Sábados 10/11, 17/11, 24/11, 1º/12. Das 17h às 19h.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O corpo humano na cultura e arte africanas


Na segunda-feira, 17/09, o Museu da Vida/Fiocruz abriu a exposição "O corpo humano na arte africana". 

As obras são de pesquisadores da Fundação que participam das missões da Fundação no continente, se apaixonaram pela arte africana e acabaram formando importantes coleções, que serão expostas pela primeira vez ao grande público. 

A exposição comemora o sucesso da cooperação com a África e marca a aprovação, em 2012, pelo Congresso Nacional, da abertura do primeiro escritório internacional da Fundação, em Moçambique.

A Sala de Exposições do Museu da Vida, onde está a exposição "O corpo humano na arte africana" fica localizada na Av. Brasil, 4365 - Manguinhos. 

A visitação acontece de terça a sexta-feira - das 9h às 16h30 (com agendamento) e aos sábados, das 10h às 16h (livre).