segunda-feira, 1 de abril de 2013
A resistência das comunidades que são os povos da Baía de Guanabara
O ambientalista Alexandre Pessoa nos faz um convite imperdível e super pertinente: dia 13/04, das 8h30 às 17h, na Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio. "Os povos em defesa da Baía de Guanabara VIVA".
"Nesta época de grandes traições, é importantíssimo resgatarmos a obra escrita e de militância do saudoso Elmo Amador. Este ecologista defensor dos povos da Baía, nunca mudou de lado e é uma referencia importante para nós. Seu livro, a ser reeditado, é de referência internacional", reafirmou Alexandre Pessoa, ao defender que a a "Baia de Guanabara resiste e ESTÁ VIVA."
Ele convida a
todos para conhecer na Fiocruz a resistência dos povos da Baia de Guanabara
ontem e hoje. "Com a palavra os pescadores artesanais, os moradores de
Manguinhos, Alemão, Maré, Vila Residencial, etc."
As
discussões girarão em torno das obras do PAC, do Programa de Despoluição da
Baía de Guanabara (PDBG), do Comperj, da Refinaria de Manguinhos, da Extração
de Minério na Serra da Misericórdia, da dragagem do canal do Fundão, da falta
de saneamento, da saúde ambiental, e por aí vai...
"Nesta época de grandes traições, é importantíssimo resgatarmos a obra escrita e de militância do saudoso Elmo Amador. Este ecologista defensor dos povos da Baía, nunca mudou de lado e é uma referencia importante para nós. Seu livro, a ser reeditado, é de referência internacional", reafirmou Alexandre Pessoa, ao defender que a a "Baia de Guanabara resiste e ESTÁ VIVA."
Serviço:
Evento: "Os povos em defesa da Baía de Guanabara VIVA".
Quando? 13/04, das 8h30 às 17h.
Onde? Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (Av. Brasil, 4.365, entrada pela Rua Leopoldo Bulhões, 1.480 - Manguinhos - RJ).
Fiocruz: projeto de construção de casas em Manguinhos é inviável
Apesar de não ser uma matéria nova, é importante não esquecermos que há interesse do governo do estado em fazer um conjunto habitacional na área da Refinaria de Manguinhos, altamente poluída conforme demonstrou pesquisa feita pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da ENSP/Fiocruz. Na realidade, esta poluição é absolutamente visível que afeta a qualidade de vida da população que mora próximo.Pesquisa diz que terreno de refinaria é barril de pólvora e desaconselha planos do estado
RIO — A descontaminação do terreno da Refinaria de Petróleo de Manguinhos para uso habitacional é uma meta inatingível. O alerta, uma ducha de água fria nas pretensões do governo do estado, vem de recente pesquisa do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz). De acordo com a engenheira química e pesquisadora Rosália Maria de Oliveira, coordenadora do estudo, já foi detectada na área a presença de poluentes acima dos parâmetros toleráveis para um empreendimento residencial. O que significa colocar centenas de pessoas em risco.
— Não há como mensurar o custo de remediação da área. O terreno concentra contaminantes gravíssimos, e não há um caso sequer no mundo em que tenha havido construção de casas numa refinaria. Esperamos que o governo não faça a maldade e a insensatez de colocar pessoas morando numa bomba-relógio — afirma Rosália.
Crianças contaminadas por chumbo
Embora as análises conclusivas só fiquem prontas em 2014, a equipe responsável pelo Diagnóstico Socioambiental de Manguinhos já tem elementos para sugerir ao governador Sérgio Cabral que abandone o plano de erguer unidades residenciais no terreno de 500 mil metros quadrados. O anúncio do futuro bairro-modelo, com apartamentos, áreas de lazer, escolas e postos de saúde na área da refinaria de Manguinhos foi feito pelo governador há exatos quatro meses, logo após a ocupação das favelas da região pela Polícia Militar.
Leia a matéria completa clicando abaixo.
quinta-feira, 28 de março de 2013
FCP no Rio de Janeiro tem nova representante
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| Neia (vestido branco) com os colaboradores da FCP/RJ. |
Neia Daniel de Alcântara é a nova representante da Fundação Cultural Palmares no Rio de Janeiro. Ela foi nomeada por Hilton Cobra, presidente da instituição.
Pesquisadora de Cultura Afro-brasileira, Neia Daniel de Alcântara é também produtora cultural, professora e assistente social. Foi gestora do Centro Cultural Municipal José Bonifácio, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (2009), assessora de Assuntos Afro-brasileiros da Secretaria de Estado de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (2003 – 2008) e diretora da Divisão de Ação Cultural, do Departamento de Apoio à Cidadania, da Secretaria Extraordinária de Defesa e Promoção das Populações Afro-Brasileiras (SEAFRO) do Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Fonte: http://www.palmares.gov.br
quarta-feira, 27 de março de 2013
Palestra sobre crack marca abertura de ano letivo no Icict/Fiocruz
Com a mesa redonda “A informação, a comunicação e a agenda da saúde: o caso do crack”, será no dia 8/04, na segunda-feira, a palestra de abertura do ano letivo do curso de pós-graduação do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde – Icict, da Fiocruz.
Participarão os pesquisadores Francisco Inácio Bastos (Lis/Icict/Fiocruz), Marcelo Rasga Moreira (Ensp/Fiocruz), Paulo Amarante, presidente da Associação Brasileira de Saúde Mental (Ensp/Fiocruz) e o jornalista da TV Globo Caco Barcellos. A mediação será de Claudia Travassos, vice-diretora interina de Ensino e Pesquisa do Icict. A mesa redonda começa às 13h30, com entrada franca, e será realizada no Salão de Leitura Henrique Leonel Lenzi, da Biblioteca de Ciências Biomédicas.
Não há necessidade de inscrições. O prédio da Biblioteca de Ciências Biomédicas da Fiocruz fica na Avenida Brasil, 4.365, em Manguinhos.
Durante esta semana, o Icict disponibiliza em sua fanpage, postagens sobre o tema, com vídeos e textos a respeito. Confira aqui!
Serviço
Evento: Mesa redonda “A informação, a comunicação e a agenda da saúde: o caso do crack”
Dia e horário: 08/04, 2ª feira, às 13h30
Local: Salão de Leitura Henrique Leonel Lenzi, da Biblioteca de Ciências Biomédicas, que fica na Avenida Brasil, 4.365, em Manguinhos
Entrada: Franca. Não há necessidade de inscrições.
Mais informações sobre quem são os debatedores clique abaixo.
terça-feira, 26 de março de 2013
Mensagens parlamentares alusivas ao Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose
Depoimento do Deputado Estadual, Gilberto Palmares (PT/RJ), Presidente da Frente Parlamentar Estadual de Combate à Tuberculose e Aids RJ, alusivo ao Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose. TV ALERJ(25/03/2013)
Clique nas imagens ou links, para assistir aos depoimentos dos parlamentares
Depoimento da Deputada Federal, Benedita da Silva (PT/RJ), Vice-presidente da Frente Parlamentar Nacional de Combate à Tuberculose na Câmara Federal (Brasilia), alusivo ao Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose. TV ALERJ (25/03/2013)
Dia Mundial de Luta contra Tuberculose
O Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose, 24 de março, será lembrado pelo Centro de Saúde Escola Germano Sinval Farias - CSEGSF - quando, na quinta-feira, 28, técnicos de saúde farão atividades na sala de espera.
Segundo o pessoal do Grupo de Educação, Mirian Gomes e Idenalva Lima, a programação, que acontece das 9h às 12h, haverá o Camelô Educativo; atividades com a professora de educação física, Luziane, às 9h30; às 10h30, a dra. Syglia desenvolve o "Conversando sobre Tuberculose"; e as atividades serão encerradas às 10g30 com a "Paródia da Tuberculose", cantada por Norma e Roberto Silva.
Então pessoal, vamos lá, pois a Luta contra Tuberculose é de todos e todas.
Segundo o pessoal do Grupo de Educação, Mirian Gomes e Idenalva Lima, a programação, que acontece das 9h às 12h, haverá o Camelô Educativo; atividades com a professora de educação física, Luziane, às 9h30; às 10h30, a dra. Syglia desenvolve o "Conversando sobre Tuberculose"; e as atividades serão encerradas às 10g30 com a "Paródia da Tuberculose", cantada por Norma e Roberto Silva.
Então pessoal, vamos lá, pois a Luta contra Tuberculose é de todos e todas.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Dança das cadeiras: sai "UPP Social" entra Ouvidor-morador
Xi... parece que mais uma vez um 'projeto' fez água... ou será simplesmente a dança das cadeiras. Pelo menos é o que sinaliza a matéria do jornal Extra publicado hoje, 25 de março. Será que só restou face do controle militar da conduta e movimentos dos moradores de favelas.
Paes vai encerrar UPP Social e criar ouvidorias em favelas; moradores vão receber queixas e denúncias
Paes vai encerrar UPP Social e criar ouvidorias em favelas; moradores vão receber queixas e denúncias
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| Lançamento oficial da UPP Social no Morro do Escondidinho, em Santa Tereza (20.05.2011) Foto: Aline Custódio / Extra / Guilherme Amado |
Lançado com pompa e circunstância há quase três anos, o programa UPP Social terminará em abril, sem ter cumprido a missão de levar a ocupação social às áreas pacificadas. Em seu lugar, a Prefeitura do Rio lançará o Igualdade de Território, que vai atuar por meio de ouvidorias nas favelas e ficará sob a responsabilidade do vice-prefeito Adilson Pires.
Cada comunidade pacificada terá um ouvidor, escolhido entre os moradores, que trabalhará em espaços públicos já existentes. Além de receber reclamações sobre a deficiência na coleta de lixo ou a falta d’água, por exemplo, ele colherá denúncias. O salário a ser pago ainda não foi estabelecido. Em abril, haverá uma chamada pública para firmar um convênio com uma empresa, que vai contratar os ouvidores, segundo o vice-prefeito:
- Não vamos querer ninguém com filiação partidária. Não é para ser um cabide de empregos. Essas ouvidorias terão independência, por exemplo, para ouvir reclamação sobre algum policial.
- Não vamos querer ninguém com filiação partidária. Não é para ser um cabide de empregos. Essas ouvidorias terão independência, por exemplo, para ouvir reclamação sobre algum policial.
As demandas serão levadas para a vice-prefeitura, de onde a cobrança será feita, inclusive a concessionárias, como Light e Cedae.
- O Instituto Pereira Passos (IPP) não conseguiu fazer o programa dar certo. O nome também não cabe. A sigla UPP Social fica sendo Unidade de Polícia Pacificadora Social. É estranho. Agora, com a força da vice-prefeitura, vai dar certo - prometeu Pires.
De acordo com ele, o Igualdade de Território ainda tem um nome provisório, mas deverá ser lançado tão logo termine, no dia 10 do mês que vem, o contrato do IPP com a ONU Habitat, por meio do qual funciona o UPP Social.
O projeto atual sofreu sucessivos rebaixamentos. Em 2010, ao ser criado pelo economista Ricardo Henriques, então secretário estadual de Assistência Social, tinha o objetivo de articular as secretarias para que serviços públicos como saúde, educação, coleta de lixo e saneamento básico entrassem nas favelas. Logo que começou, veio o primeiro revés.
Em 2011, Cabral municipalizou o programa, para acomodar na Secretaria de Assistência Social o petista Rodrigo Neves, hoje prefeito de Niterói. O UPP Social foi sendo esvaziado. Em junho passado, Henriques deixou o IPP, assumido pela economista Eduarda de La Rocque.
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