terça-feira, 15 de maio de 2012
Justiça Global seleciona pesquisador(a) no Rio de Janeiro
A Justiça Global (organização não governamental que trabalha com Direitos Humanos e violência institucional) abre processo de seleção para a a vaga de Pesquisador na área de Ciências Humanas e/ou Ciências Sociais Aplicadas para atuar no Rio de Janeiro, capital.
As inscrições se encerram na sexta-feira, 18 de maio, a carga horária é de 40 horas semanais, a remuneração é compatível com a função.
Pesquisador(a) na área de Ciências Humanas e/ou Ciências Sociais Aplicadas
Inscrições: contato@global.org.br, ASSUNTO: “Processo Seleção Pesquisador”, a documentação a seguir especificada: currículo, carta de apresentação de uma a duas laudas, demonstrando sua condição para assumir a posição, apresentação de duas referências para serem contatadas pela equipe de seleção, caso necessário.
Local: Rio de Janeiro, Capital
Envio de Currículo Vitae: 18 de maio de 2012
Análise Curricular/Carta de Apresentação: 21 a 25 de maio
Entrevista: 28 e 29 de maio
Resultado final: 30 de maio
Início das atividades: Imediato
Resumo das Funções do Pesquisador (a)
• Documentação de violações de direitos humanos;
• Elaboração de pesquisas e relatórios;
• Análise de dados;
• Redação de documentos;
• Articular trabalho em rede;
• Encaminhamento de denúncias aos mecanismos nacionais e internacionais de proteção dos direitos humanos;
• Realização de trabalho de campo (missões in loco);
• Interlocução com autoridades e com poder público;
• Interlocução com movimentos sociais, populares e organizações não governamentais;
• Acompanhamento de políticas públicas na área de direitos humanos, principalmente dos temas ligados a segurança pública, sistema prisional e defensores de direitos humanos;
• Visitar favelas
• Visitar estabelecimentos de privação de liberdade;
Requisitos
• Experiência profissional na área;
• Disponibilidade para viagem nacional e internacional;
• Interesse na área de promoção e proteção dos direitos humanos;
• Interesse em trabalhar com movimentos sociais e organizações não governamentais;
• Capacidade para trabalhar em equipe;
• Fluência escrita e oral na língua portuguesa;
• Preferencial o domínio de outro idioma (inglês, espanhol);
• Capacidade para organizar e ministrar oficinas de formação;
• Capacidade para organizar seminários e reuniões nacionais e internacionais;
• Disponibilidade imediata;
• Disponibilidade em executar tarefas mais amplas do que as descritas acima quando necessário.
As inscrições se encerram na sexta-feira, 18 de maio, a carga horária é de 40 horas semanais, a remuneração é compatível com a função.
Pesquisador(a) na área de Ciências Humanas e/ou Ciências Sociais Aplicadas
Inscrições: contato@global.org.br, ASSUNTO: “Processo Seleção Pesquisador”, a documentação a seguir especificada: currículo, carta de apresentação de uma a duas laudas, demonstrando sua condição para assumir a posição, apresentação de duas referências para serem contatadas pela equipe de seleção, caso necessário.
Local: Rio de Janeiro, Capital
Envio de Currículo Vitae: 18 de maio de 2012
Análise Curricular/Carta de Apresentação: 21 a 25 de maio
Entrevista: 28 e 29 de maio
Resultado final: 30 de maio
Início das atividades: Imediato
Resumo das Funções do Pesquisador (a)
• Documentação de violações de direitos humanos;
• Elaboração de pesquisas e relatórios;
• Análise de dados;
• Redação de documentos;
• Articular trabalho em rede;
• Encaminhamento de denúncias aos mecanismos nacionais e internacionais de proteção dos direitos humanos;
• Realização de trabalho de campo (missões in loco);
• Interlocução com autoridades e com poder público;
• Interlocução com movimentos sociais, populares e organizações não governamentais;
• Acompanhamento de políticas públicas na área de direitos humanos, principalmente dos temas ligados a segurança pública, sistema prisional e defensores de direitos humanos;
• Visitar favelas
• Visitar estabelecimentos de privação de liberdade;
Requisitos
• Experiência profissional na área;
• Disponibilidade para viagem nacional e internacional;
• Interesse na área de promoção e proteção dos direitos humanos;
• Interesse em trabalhar com movimentos sociais e organizações não governamentais;
• Capacidade para trabalhar em equipe;
• Fluência escrita e oral na língua portuguesa;
• Preferencial o domínio de outro idioma (inglês, espanhol);
• Capacidade para organizar e ministrar oficinas de formação;
• Capacidade para organizar seminários e reuniões nacionais e internacionais;
• Disponibilidade imediata;
• Disponibilidade em executar tarefas mais amplas do que as descritas acima quando necessário.
ENSP forma conselheiros de saúde
Expirou no dia 15 de maio o prazo para as inscrições para o Curso de Informação e Comunicação em Saúde na modalidade à distância, voltado para conselheiros municipais, estaduais e nacionais de saúde. O curso, oferecido pela Escola Nacional de Saúde Pública, contou com a parceria da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (Segep/MS) e com o Conselho Nacional de Saúde (CNS).
Kátia Souto, coordenadora do Departamento de Apoio à Segep, ao participar do debate "Participação Comunitária: o que se quer com isso?", organizado pelo Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde Pública PDTSP/Teias e a Cooperação Social da Fiocruz e da ENSP, em abril passado, afirmara que esta ação resultara da constatação da importância da comunicação e informação para o exercício do controle social.
O objetivo do curso, que na ENSP ficará sob a coordenação das pesquisadoras Ilara Hämmerli Sozzi de Moraes e Silvia Rangel, é contribuir para um processo intensivo e continuado de apropriação e uso pelos Conselhos de Saúde das informações e comunicação relevantes para o exercício do controle social. Podem se inscrever os conselheiros indicados pelos Conselhos Municipais de Saúde, Conselhos Estaduais de Saúde ou pelo Conselho Nacional de Saúde, inclusos no Cadastro Nacional de Conselhos de Saúde que aderiram ao Programa de Inclusão Digital (PID), apoiado pela Segep.
O PID é realizado em todo o país e resgata uma demanda histórica sobre a importância da comunicação e da informação para o controle social. Sua finalidade é contribuir para que os conselheiros de saúde se apropriem de informações e adquiram habilidades para a comunicação digital, indispensável ao exercício do controle social, a partir de três componentes: distribuição de equipamentos, conectividade e formação de conselheiros.
De acordo com a pesquisadora do Departamento de Ciências Sociais da ENSP, Ilara Hämmerli, a necessidade da inclusão digital de conselheiros se apresenta como demanda prioritária. A primeira reflexão, a partir do desenvolvimento do projeto, foi em relação ao seu próprio significado. “A inclusão digital à qual nos referimos não pode se restringir a colocar computador nos conselhos de Saúde. Apesar de necessário, não é o suficiente para um processo efetivo de inclusão, segundo nosso entendimento".
Texto com base no Informe Ensp
Kátia Souto, coordenadora do Departamento de Apoio à Segep, ao participar do debate "Participação Comunitária: o que se quer com isso?", organizado pelo Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde Pública PDTSP/Teias e a Cooperação Social da Fiocruz e da ENSP, em abril passado, afirmara que esta ação resultara da constatação da importância da comunicação e informação para o exercício do controle social.
O objetivo do curso, que na ENSP ficará sob a coordenação das pesquisadoras Ilara Hämmerli Sozzi de Moraes e Silvia Rangel, é contribuir para um processo intensivo e continuado de apropriação e uso pelos Conselhos de Saúde das informações e comunicação relevantes para o exercício do controle social. Podem se inscrever os conselheiros indicados pelos Conselhos Municipais de Saúde, Conselhos Estaduais de Saúde ou pelo Conselho Nacional de Saúde, inclusos no Cadastro Nacional de Conselhos de Saúde que aderiram ao Programa de Inclusão Digital (PID), apoiado pela Segep.
O PID é realizado em todo o país e resgata uma demanda histórica sobre a importância da comunicação e da informação para o controle social. Sua finalidade é contribuir para que os conselheiros de saúde se apropriem de informações e adquiram habilidades para a comunicação digital, indispensável ao exercício do controle social, a partir de três componentes: distribuição de equipamentos, conectividade e formação de conselheiros.
De acordo com a pesquisadora do Departamento de Ciências Sociais da ENSP, Ilara Hämmerli, a necessidade da inclusão digital de conselheiros se apresenta como demanda prioritária. A primeira reflexão, a partir do desenvolvimento do projeto, foi em relação ao seu próprio significado. “A inclusão digital à qual nos referimos não pode se restringir a colocar computador nos conselhos de Saúde. Apesar de necessário, não é o suficiente para um processo efetivo de inclusão, segundo nosso entendimento".
Texto com base no Informe Ensp
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Alguns registros sobre o Caminho da Paz
O Caminho
da Paz, realizado no último sábado, 5 de maio, trouxe inúmeras atrações
culturais e várias tendas se estenderam entre a comunidade do Mandela I e CVT
Correios, na Rua Leopoldo Bulhões. De saúde à beleza, do futebol e vôlei às
pinturas de faixas e de rosto, da capoeira ao rapper, de tudo um pouco, um
pouco de tudo.
A ideia principal era mostrar que Manguinhos é muito mais do que puramente violência, há necessidades latentes, carências e demandas em excesso. Entretanto, a chama da esperança não pode e não deve ser apagada. E, esta atividade pareceu mostrar que é preciso investir pesadamente no comprometimento para com o coletivo, para com a vida, para com a responsabilidade com o meio ambiente que inclui o ser humano, claro.
Há muito que
fazer, certamente. O evento marcado para começar às 8h30, com a interdição da
Rua Leopoldo Bulhões no trecho entre a Fiocruz e o CVT Correios, só começou
por volta das 10h. Apesar de a divulgação interna ter sido grande, a
operação policial do dia anterior acabou se refletindo no fluxo do
público. Mas,
mesmo assim, a circulação de mães, crianças e jovens
foi razoável. A ideia principal era mostrar que Manguinhos é muito mais do que puramente violência, há necessidades latentes, carências e demandas em excesso. Entretanto, a chama da esperança não pode e não deve ser apagada. E, esta atividade pareceu mostrar que é preciso investir pesadamente no comprometimento para com o coletivo, para com a vida, para com a responsabilidade com o meio ambiente que inclui o ser humano, claro.
Alguns serviços chamaram bastante atenção, como o do PAC Município – com o preenchimento de formulários para carteira de identidade. Muita gente aproveitou para verificar a pressão e conhecer melhor sobre ações desenvolvidas pela Fundação Osvaldo Cruz através da participação de profissionais da saúde do Centro de Saúde, do DSSA e de pesquisadores do LITEB/IOC, Museu da Vida e da Cooperação Social da Fiocruz e da ENSP. O blog Participação Cidadã recebeu inúmeros comentários, a equipe da Cooperação Social estimulava as crianças, jovens e todos que por lá passaram a postar suas opiniões.
| Blogueiros mirins |
| Biblioteca Parque Manguinhos |
| Os Ousados |
| A ação é "Persistência Popular", Jorge |
| Escola de Música do Casa Viva |
| Tenda do Museu da Vida |
| Grupo Liberta Brasil |
| Alunos e professores da Escola de Música do Casa Viva |
domingo, 13 de maio de 2012
Homenagem às mães
Uma singela homenagem ao Dia das Mães, que é todo dia!!!
01 aninho: mã-mã-mã
aos 03 anos: mãe eu te amo
aos 03 anos: mãe eu te amo
aos 09 anos : mãe chega, já sei
aos 11 anos : mãe não me enche
aos 16 anos: mãe você é muito chata
aos 18 anos: e daí, eu quero sair de casa
aos 25 anos: eh mãe, você tinha mesmo razão!!
aos 30 anos: eu quero voltar para casa da minha mãe
aos 50 anos: sabe? Eu não quero é perder a minha mãe
70 anos: eu abriria mão de qualquer coisa para tê-la comigo.
Campanha da Pirâmide: dê valor à sua mãe.
Feliz Dia das Mães!!!
Homenagem às Mulheres/ Mães
A Casa da Mulher de Manguinhos comemora o mês das mães de forma especial trazendo para as rodas de conversas mulheres/mães e os homens/pais com o evento "Beleza, Choros, Risos, Lutas e Vitórias... Mulheres Mães".
Segundo a coordenadora da CMM, Jaqueline Peixoto, embora os pais, hoje em dia troquem fraldas, assistam às reuniões escolares e brinquem com seus filhos(as), ainda se considera "natural" que a criação seja propriedade da mulher. "É indispensável, portanto, avançar para uma mudança cultural mais profunda que permita entender a maternidade como um projeto de unidade entre o homem e a mulher."
Pensando nesta perspectiva, a CMM programou seis encontros iniciados com a Caminhada pela Paz, no sábado 5 de maio, quando a equipe se fez presente levando informações e divulgando as atividades da Casa da Mulher de Manguinhos. Os próximos encontros serão nos dias 15 e 16 na Biblioteca Parque e no CRJ nos dias 22 e 29, sempre às 14h.
Mais informações na Casa da Mulher de Manguinhos, na Dom Hélder Câmara, 1.184, atrás da UPA Manguinhos. Tel.: (21) 2334-8913 / 2334-8914
Em ação: Laboratório de Produção Editorial Multimídia Setor X
No próximo dia 23 de maio, todos e todas estão convidados para participar do retorno das atividades do Laboratório de Produção Editorial Multimídia Setor X, na Biblioteca Parque de Manguinhos.
O Laboratório - parte do programa PalavraLab: Programa de Laboratórios da Palavra - é uma experiência incrível, onde será desenvolvida a proposta de criação de um núcleo editorial aqui na Biblioteca.
O Laboratório - parte do programa PalavraLab: Programa de Laboratórios da Palavra - é uma experiência incrível, onde será desenvolvida a proposta de criação de um núcleo editorial aqui na Biblioteca.
Os participantes irão aprender - fazendo! - todas as etapas que envolvem a produção editorial em diferentes formatos, do digital ao impresso, e terão aulas sobre o uso de programas de edição de imagens e editoração, criação e alimentação de blogs, além de editar o segundo número da Revista Setor X. A coordenação é de Anna Dantes.
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Ensaio da revista mostra a acrobata Alfa Cravinho
em Manguinhos (Crédito: Sadraque Santos)
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Os encontros serão sempre às quartas-feiras, das 15h às 17h30.
Para quem não conhece as ações desenvolvildas pelo Laboratório, basta conferir a Revista Setor X na Biblioteca Parque e verá o fruto deste trabalho coletivo envolvendo o falar e sentir do pensar de uma outra Manguinhos.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Participação social em Manguinhos é tema de Congresso Internacional
“Participação Cidadã: articulando
estratégias para a gestão participativa do território de saúde”. Sob este
título, Rosane Marques, psicóloga da Assessoria de Cooperação Social da ENSP/Fiocruz,
levou a experiência sobre o trabalho desenvolvido em Manguinhos para a
constituição de um Conselho Gestor Intersetorial do Teias-Escola Manguinhos, e
início dos seus trabalhos, que envolve a discussão das políticas de saúde no
território, no 10º
Congresso Internacional da Rede Unida, cujo tema foi “Educação, saúde e participação: a
ousadia de construir redes produtoras de vida no cotidiano”. O evento aconteceu entre os dias 6 e 9 de
maio de 2012, onde cerca de 6 mil pessoas participaram de extensa programação
envolvendo mostras de saúde e fóruns internacionais, 190 rodas de conversa
sobre 3 mil experiências, encontros temáticos e quatro audiências
públicas.
Rosane Marques, em uma roda de
conversa, expôs a importância das tecnologias sociais em saúde para a
participação, que em Manguinhos, requereu a articulação intersetorial dos
atores sociais (quem são, como se relacionam, quais as suas histórias de luta),
o uso de ferramentas de informação e comunicação (o blog e o informativo
que, por exemplo, incluiu o mapa da saúde, com suas equipes e unidades de
saúde), e os processos educativos (cursos, encontros, e ciclo
de debates), cujo último encontro está previsto para o dia 15 de maio, terça-feira.
“A partir deste trabalho, se
definiu como mecanismo para a institucionalização da participação social a
constituição de um conselho gestor intersetorial, que além da saúde, conta com
integrantes da educação e assistência social”, disse Rosane. Hoje este
conselho, formado por 48 conselheiros, titulares e suplentes, está funcionando
com reuniões mensais. E por fim, ressaltou que a “participação social não é uma
dádiva, e nem uma concessão, e sim uma conquista de todos, resultado das lutas
de todos aqueles que trabalham para o avanço do Sistema Único de Saúde – SUS”,
disse.
Em outra roda de conversa, Flávia
Silva, agente comunitária de saúde da Clínica da Família Victor Valla,
apresentou sua experiência de trabalho com os moradores, na perspectiva da
humanização. Para ela, ser agente
comunitário é muito mais do que uma profissão: “é um aprendizado de vida.
Conhecemos pessoas que nos mostram todos os lados de uma existência plena, às
vezes sofrida demais, miserável demais; mas, também, bonita demais, com
sorrisos e brincadeiras de crianças. O que quero dizer com ‘processo de
humanização’ é que ainda existem pessoas, famílias inteiras que vivem em
condições de miséria, em que nenhum outro ser humano sobreviveria, e essas
pessoas são fortes o suficiente pra agüentar todos esses traumas”, disse.
Ela afirmou que trabalha para que
este projeto dê certo: “estou fazendo a minha parte dentro desse ‘formigueiro’
e, espero que daqui a algum tempo eu possa olhar pra trás e ver que todo esse
esforço valeu a pena. E valerá sempre”, defendeu.

Outra apresentação bastante
interessante foi a de Carla Lima. A educadora e doutoranda do Instituto Oswaldo
Cruz/Fiocruz apresentou trabalho com mulheres de Manguinhos sobre processos
educativos em saúde e gênero.
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