sexta-feira, 21 de junho de 2013

Oportunidade de Estágio: assistente/estagiário em atelier de artes

Estágio em um Atelier de Artes no Jardim Botânico.
Contratante: artista plástico Orlando Mollica (mestre e doutor pela ECO).
Vaga: assistente/estagiário.
Local: Atelier no Jardim Botânico. 
Exigências: habilidade com o photoshop e goste de arte. 
Contato telefônico: Orlando Mollica - 21 9637-3593. 

Oportunidade de Estágio: Jornalismo

Vaga de estágio em Jornalismo para os alunos até o 5° período (com previsão de formatura de 2 anos) do curso de Comunicação Social com ênfase em Jornalismo. 
  
VAGA DE ESTÁGIO EM JORNALISMO

Vaga de Estágio: Estudantes de Comunicação Social com ênfase em Jornalismo

Setor: Jornalismo

Atividade desenvolvida: Produção de notícias por SMS e endomarketing, desenvolver campanhas e ações promocionais.

Período: Até o 5° período (com previsão de formatura de 2 anos).
Sexo: Ambos
Requisitos imprescindíveis: Disponibilidade para trabalhar sábado e domingo (6h por dia).
Horário: 14:00 às 20:00h
Valor da bolsa auxílio:  R$ 800,00
Benefícios: VT + VR (25,00 ao dia) 
Local: Botafogo

Aos interessados, enviar e-mail com currículo atualizado para:amanda.figueiredo@bemobi.com.br 

Envolvimento de jovens no tráfico é tema de pesquisa

É possível encontrar o caminho de volta, mesmo para crianças e jovens que trabalham no tráfico de drogas em favelas do Rio de Janeiro. É isso que a psicóloga social Andréa Silva Rodriguez mostra no livro “Labirintos do tráfico”, lançado no Complexo da Maré. Ela explica que existem poucas ações voltadas para ajudar os jovens a sair do crime organizado, o que “fortalece a ideia de que uma vez no tráfico, para sempre no tráfico”.
O trabalho de pesquisa teve como ponto de partida a atuação da psicóloga dentro de diferentes projetos e organizações que proporcionou reflexões, experiências, trocas metodológicas e aprendizados dentro do contexto da favela. Os dados utilizados compreendem a observação participante no contexto da favela entre os anos de 2005 e 2009, a experiência de intervenção no programa do Observatório de Favelas “Rotas de Fuga” (2004 a 2007) e entrevistas com ex-integrantes do tráfico e profissionais que atuam com esse público em diversas áreas. O livro é uma versão resumida da tese de doutorado de Andréa Silva, escrita entre os anos de 2007 e 2011.
“Estas vivências instigaram o desejo de investigar mais a fundo um grave problema social na cidade do Rio de Janeiro: a situação de crianças, adolescentes e jovens que trabalham no tráfico de drogas em favelas”, afirma Andrea. Ela acrescenta que o problema é complexo e envolve vários segmentos sociais, mas espera contribuir para aprofundar o debate sobre o tema.
De acordo com a psicóloga, o que mais surpreendeu durante a pesquisa foi ver como a atuação de profissionais no atendimento direto a esses meninos é capaz de mobilizá-los para sair do tráfico. “Esses jovens, que não costumam confiar em ninguém, são capazes de sentir quando você acredita neles, não os teme e se coloca disponível para trabalhar junto e não oferecer todas as respostas. Até porque nós não tiramos ninguém do tráfico, eles precisam se envolver e ter uma participação ativa nesse processo de saída”.
O resultado final mudou a opinião que Andréa tinha a respeito da vida que essas pessoas levam. “São jovens com sonhos e projetos como qualquer outro da mesma idade e a grande diferença é que usam a violência como expressão principal e detêm o poder das armas e da intimidação, mas isso não os torna unicamente culpados pela violência urbana que vivemos, nem unicamente coitados pela situação em que se encontram”, disse. “Na verdade, são responsáveis, vitimas num certo sentido e agressores em outro”, conclui a escritora.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

BA - Programa Trilha das Artes: um caminho possível para a Juventude Viva

Criar elementos para fortalecer o Cejuve na concepção e análise do programa a partir da participação ampliada da juventude de forma direta e indireta neste processo. Este foi o objetivo do Seminário de Avaliação do Trilha, realizado entre os dias 13 e 14 de junho, em Porto da Barra, Salvador (BA).

O evento foi uma realização da Secretaria de Relações Institucionais (Serin), por intermédio da Coordenação Estadual de Políticas de Juventude (Cojuve), e do Conselho Estadual de Juventude (Cejuve), em parceria com outras secretarias que integram o comitê gestor do programa.

Para o coordenador estadual de Políticas de Juventude (Cojuve), Vladimir Costa, o Governo do Estado tem se caracterizado pela gestão democrática. “Temos uma marca disso quando o governo convoca a juventude da Bahia, representada pelo Conselho Estadual de Juventude, para fazer uma avaliação do programa Trilha. Esperamos, com a contribuição dos jovens, que a gente consiga ampliar as ações do programa, identificar os possíveis gargalos e solucioná-los para as próximas execuções”.

Geovan Braz,  da Articulação Nacional
Juventude Viva fala sobre o Plano
O programa estadual Trilha foi lançado em 2008 e envolve ações integradas de trabalho, agricultura, desenvolvimento social e educação. Fruto da parceria entre a Secretaria de Cultura, a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte e a Coordenação de Juventude da Secretaria de Relações Institucionais do Governo do Estado da Bahia, o programa atende aos municípios de Salvador, de Valença, de Jequié, de Vitória da Conquista, de Porto Seguro, de Itabuna e de Ilhéus.

O público é constituído de jovens com idades entre 16 e 29 anos, com ensino médio completo ou cursando e pertencentes à família cadastrada no programa Bolsa Família do governo federal. Na grade, cursos nas áreas de Agente Cultural e Animador Cultural, Culturas Digitais e Mobilização de Redes Sociais, Introdução às Técnicas de Palco, Introdução à Produção Cultural, Costura Cênica, Estamparia de Tecidos – técnicas de silk –scream e design gráfico -, Introdução ao Vídeo, Introdução à Fotografia e Cenotecnia. As aulas são teóricas e práticas.

Veja o trabalho de conclusão do curso criado e produzido pelos alunos sobre o programa Trilha das Artes http://www.youtube.com/watch?v=3-l6N-f3mxY .





Publicado Edital de Pesquisa em Práticas Integrativas e Complementares

A Chamada, MCTI/CNPq/MS - SCTIE - Decit Nº 07/2013 - Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PICS) no Sistema Único de Saúde, está aberta no site do CNPQ, acesse clicando aqui.

Pesquisadores de todo o Brasil com projetos vinculados a produção de conhecimento sobre Práticas Integrativas e Complementares (PICs) podem se inscrever até o dia 22 de julho. A iniciativa tem como objetivo desenvolver e disseminar estudos sobre PICs no Sistema Único de Saúde (SUS).

Serão financiados projetos que abordem custo-efetividade de ações de PICs no SUS; avaliação de serviços de PICs no SUS; e pesquisas clínico-epidemiológicas com enfoque no uso das práticas integrativas no cuidado a pessoas com doenças crônicas não transmissíveis.

O edital foi desenvolvido pela Coordenação Geral de Áreas Técnicas do Departamento de Atenção Básica/SAS, em parceria com o Departamento de Ciência e Tecnologia/SCTIE do Ministério da Saúde e por intermédio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq.

Manifestação em Niterói: Muito mais que R$ 0,20


Sair do Centro do Rio em direção à Niterói, nesta quarta-feira, 19/06, foi tranquilo. Por volta das 16h, muitos escritórios no Centro encerraram suas atividades para liberar seus funcionários. Para quem foi para Niterói ou São Gonçalo e usou a estação das Barcas, não teve qualquer problema.



Durante a marcha, cartazes indicavam as variadas bandeiras defendidas como: quilombolas, indígenas, LGBT, saúde, remoções por conta da Copa.





Mas também a marcha mostrava que a vida continua, para muitos, dura e marcada pelas restritas oportunidades: alguns vendedores ambulantes com seus isopores de bebidas.



A mobilização em Niterói tinha como intenção era fechar a ponte Rio e Niterói, seguindo da Av. Amaral Peixoto, subindo até a Jansen de Melo e dali seguiriam para a Alameda São Boaventura.


Alguns cartazes denunciavam a desinformação e alienação...ou será que eram a própria expressão destes males.?.


Relativamente tranquila, a mobilização tinha momentos de tensão, por conta de pequenos grupos que insistiam em radicalizar, quebrando, brigando e tentando quebrar estabelecimentos comerciais ou bancas de jornais.

Nas ruas vicinais da Amaral Peixoto, eram vistos policiais do Batalhão de Choque que em muitos momentos eram incitados por jovens que também eram pressionados pelos que estavam no carro de som que não deveriam proceder daquela forma por ser uma  mobilização pacífica.

Enfim. Ao seguirem em direção à Ponte Rio e Niterói, a situação se complexificou: bombas de efeito moral e gás lacrimogênio, enfrentamento físico, correria. Só para se ter uma ideia da vizinhança, nesta região estão localizados o Hospital Antonio Pedro, uma penitenciária, Corpo de Bombeiros, o hipermercado Guanabara, um posto de saúde.

Manifestações no Rio: Muito Mais do que R$ 0,20

Concentração na Candelária, segunda-feira, 17/06/2013
A manifestação na segunda-feira, 17/06/2013, a partir das 18h, saiu da Candelária, seguindo pela Av. Rio Branco até a Cinelândia.







Por volta das 19h30, ao chegarem ao palco das históricas manifestações, os manifestantes se deslocaram pela Rua Araújo Porto Alegre, onde está a sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e seguiram em direção à ALERJ.

De maneira ordeira, estudantes, trabalhadores, gente de todas as idades, grupos LGBT, cada segmento populacional seguiu levando suas falas e palavras de ordem gritando um NÃO para a corrupção, aos aumentos absurdos, à gestão da coisa pública.


Em algum momento, ainda na Av. Rio Branco, um estudante do Colégio Pedro II subiu em uma banca de jornais e foi obrigado a descer debaixo de alertas dos colegas, porque este não fora o combinado, que seria uma manifestação pacífica.
Ao longo desta caminhada, a polícia estava discretamente posicionada em ruas vicinais.

Muitos tapumes cobriam lojas e agências bancárias. Empresas no centro do Rio, assim como alguns em outros bairros, liberaram seus funcionários mais cedo por conta das previstas dificuldades no retorno para casa.

Infelizmente, o radicalismo de poucos trouxe o medo e depredação. Em frente e atrás da ALERJ dois carros foram queimados, lojas depredadas, policiais do Choque foram acuados dentro da ALERJ que teve várias janelas quebradas por pedradas.

Na Praça XV, um homem tentou quebrar e saquear uma banca de jornais e foi afugentado por manifestantes que buscavam evitar situações de conflito.

Cinelândia - Biblioteca Nacional em frente à Câmara Municipal.
Manifestantes entram pela Rua Araújo Porto Alegre e seguem para a ALERJ.
Escadarias do Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Os recados estão sendo dados. Até hoje, já são sete dias de manifestações em várias partes do país. As pessoas, o cidadão, a população, a sociedade, todos estão cansados de tantas coisas "erradas".

De qualquer forma, esta mobilização de segunda-feira foi infinitamente mais tranquila do que a da semana passada, quando houve descontrole de quem foi treinado para lidar com manifestações públicas.
Carros queimados em frente à ALERJ, por um pequeno grupo.
O mesmo grupo queimou outro carro na rua atrás do prédio da
Plenária da Alerj e em frente ao prédio dos gabinetes dos parlamentares.


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Adiada reunião do Conselho Comunitário de Manguinhos

Em função do não funcionamento da Biblioteca Parque Manguinhos e dos acontecimentos relacionados às manifestações na cidade, a Secretaria Executiva do Conselho Comunitário de Manguinhos adiou a reunião do GT Comunicação do Conselho Comunitário de Manguinhos para o dia 20 de junho. Nova data e local serão divulgados em breve.

terça-feira, 18 de junho de 2013

O desafio do medicamento no Brasil

Foi o tema de uma Coluna Econômica de Luis Nassif. Vale a pena dar uma analisada neste texto, sempre atual, por sinal.

Coluna Econômica

Quais os limites para a fabricação de medicamentos por laboratórios oficiais? Este foi um dos pontos relevantes do Seminário Brasilianas Sobre Economia da Saúde.

Para Gonzalo Veccina, ex-superintendente da Anvisa (Agência Nacional de VIgilância Sanitária), falta foco nesse investimento em laboratórios oficiais.

Reconhece a excelência da Fiocruz (que administra alguns laboratórios) e do Instituto Butantã, entre poucos outros. Mas quando o Ministério da Saúde insiste em ampliar para outros laboratórios, menos capacitados, faltaria definir o principal: o que se pretende com isso, substituir a produção privada? É impossível, diz Veccina. O papel deveria ser o de coordenar.

Ele compara com as Farmácias Populares, operadas pela Fiocruz. Qual programa atinge mais brasileiros as Farmácias Populares ou o programa de distribuição de remédios para diabete e hipertensão através das 60 mil farmácias existentes no país? O segundo, é claro, conclui ele.

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Não há dúvida de que os laboratórios oficiais, especialmente em remédios mais críticos, têm exercido um insubstituível papel regulador de preços, impedindo abusos.

Mas Veccina propõe que se vá além, que se pense o novo. O desafio em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação é deixar de fazer mais do mesmo, insiste ele. É discutir o do Estado, Universidade e indústria para que o país ocupe espaço no mundo, na produção mundial de medicamentos.

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Veccina considera "desastroso" a quantidade de recursos que o Ministério pretende colocar em laboratórios oficiais, porque não serão capazes de dar respostas eficientes.

Os laboratórios públicos nasceram nos tempos do conhecimento físico-químico, diz ele, e em que os diagnósticos eram tão precários que a eficácia dos medicamentos não era adequadamente avaliada. Por isso mesmo, havia espaços maiores para entrar no mercado global.

Hoje, com o conhecimento de farmacinético (o estudo de todas as etapas da droga no organismo humano), com equipamentos como espectrômetro de absorção atômica e outros, com a possibilidade de se identificar moléculas, é impossível que o conjunto de laboratórios públicos dê conta do recado.
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Veccina defende que se continue fazendo a farmaco química, o processo tradicional de produção de medicamentos, mas trabalhando em produtos essenciais, relevantes. Hoje em dia a linha de produção dos laboratórios oficiais é de baixo valor agregado. São praticamente laboratórios de manipulação que sequer conseguiram entrar no mercado de genéricos, diz ele.
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Em 2014, todos os medicamentos produzidos no Brasil terão que passar por provas de farmacocinética, diz ele. Com exceção da Farmanguinhos e da FURP, nenhum dos demais terá condições de atender às exigências, diz ele, que afirma não entender a razão da Marinha e do Exército ter sua própria fábrica de medicamentos.
Na área de biológicos e imunobiológicos, Veccina propõe repensar nossa indústria estatal. Hoje em dia existe uma competição entre a Biomanguinhos e o Instituto Butantã.
Não há razão para essa competição entre dois laboratórios estatais, diz ele. E pode-se destruir todo esse trabalho se se insistir em estender essa produção para outros laboratórios, menos capacitados.
Clique abaixo para ler a matéria completa.

Estudantes baianos elegem primeira mulher para comandar a UEB

No 5º Congresso da União dos estudantes da Bahia (UEB), com o tema “70 anos na terra do sol: Universidade, sertão e desenvolvimento”, realizado, entre os dias 14 e 16 de junho, em Vitória da Conquista, foi eleita a primeira mulher a presidir a instituição desde sua criação há 70 anos. A estudante Marianna Dias atuará no biênio 2013 - 2015.

O evento, realizado no campus da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), reuniu cerca de 500 universitários de diversas cidades baianas, discutindo assuntos inerentes à juventude, principalmente, sobre a educação.

Sayonara Malta, da Articulação Regional do Plano Juventude Viva, esteve presente acompanhando e divulgando as propostas e objetivos do plano.