domingo, 4 de dezembro de 2011

"Travessias" na Nova Holanda

Michel Groisman, Marcos Chaves, Eli Sudbrack e Emmanuel Nasser.
Prossegue até o dia 18/12, a exposição gratuita "Travessias", com exceção das segundas-feiras, das 10h às 12h e das 14h às 16h, no Galpão da BELA, na Rua Bittencourt Sampaio, 169 (Nova Holanda - Rua da Van, 818 - perto da Avenida Brasil) e se estenderá para a rua do galpão e para as ruas Principal, Rua Teixeira Ribeiro e na Av. Brasil.

Você pode agendar uma visita com um grupo de pessoas da sua Associação de Moradores.  Basta escrever para Elionalva (elionalva@observatoriodefavelas.org.br) que ela dará as orientações necessárias.

É uma oportunidade única de conhecer as obras de 15 artistas de Arte Contemporânea aqui na Maré.

Artistas: Lúcia Koch, Marcelo Cidade, André Komatsu, Henrique Oliveira, Ricardo Carioba. Matheus Rocha Pitta, Rochelle Costi, Emmanuel Nassar, grupo Chelpa Ferro (Barrão, Luiz Zerbini e Sergio Makler), Marcos Chaves, Eli Sudbrack, Raul Mourão.

Performances: Coletivo Filé de Peixe (Alex Topini, Felipe Cataldo e Fernanda Antoun), Alexandre Sá e Michel Groisman.

Moção contra a TKS

     

Como foi amplamente divulgado na imprensa, a ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA), um dos maiores empreendimentos privados da América Latina, vem trazendo graves impactos socioambientais, com danos à saúde, ao ambiente e à renda dos pescadores e moradores de Santa Cruz, Itaguaí e demais áreas pertencentes à Bacia Hidrográfica da Baía de Sepetiba, localizadas na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Brasil.

Esta multinacional, para impor o silêncio às ações e estudos técnico-científicos em andamento, está processando, por danos morais, servidores da Fiocruz e da UERJ. Inicialmente contra o pesquisador pneumologista, Hermano Albuquerque de Castro, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), e, mais recentemente, contra o engenheiro sanitarista Alexandre Pessoa Dias, professor-pesquisador da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV), ambas unidades da Fundação Oswaldo Cruz, do Ministério da Saúde, além da bióloga Mônica Cristina Lima, do Hospital Universitário Pedro Ernesto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e membro da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais do RJ (Sintuperj).
As duas últimas ações judiciais se deram após a divulgação do relatório técnico: “Avaliação dos impactos socioambientais e de saúde em Santa Cruz decorrentes da instalação e operação da empresa TKCSA”. O documento tem o objetivo de avaliar as bases técnico-científicas e os dados disponíveis referentes aos impactos à saúde ambiental e humana, visando subsidiar as futuras ações institucionais da Fiocruz na análise do problema e no apoio à implantação de políticas e ações que protejam a saúde da população.
Bairro industrial: Santa Cruz, onde está situada a TKCSA, tem histórico de instalação de grandes indústrias com matrizes energéticas e processos produtivos altamente poluidores. A história de violação dos direitos configura um território de exceção, caracterizado pela presença de comunidades de baixa renda, sem infra-estrutura e com déficit de políticas públicas.  

Processo de licenciamento: ALERJ apura possíveis irregularidades e imprevidências do Governo do Estado e do Instituto Estadual do Ambiente (INEA), no processo de concessão de Licenciamento Ambiental referente à implantação da CSA.
Das notificações: As irregularidades começaram desde a fase das obras: sofreu embargo e multa por parte do IBAMA; auto de infração do extinto IEF; denúncia do Ministério Público do Trabalho; autuações do INEA, através de notificações, autos de infração, autos de constatação, já foi multada duas vezes pelo órgão ambiental e é objeto de diversas ações civis públicas. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro ajuizou duas ações penais imputadas à TKCSA e aos seus gestores técnicos por prática de crimes ambientais.
Denúncias da população: A Defensoria Pública do Estado recebeu várias denúncias dos moradores e a empresa é alvo de diversas manifestações. Apesar disso, o poder econômico e a influência política do empreendimento ainda mantêm a atual violação dos direitos.
Nota da Fiocruz: A Presidência da Fundação Oswaldo Cruz, em nota publicada em 01/11/2011, afirmou que “a Fiocruz preza entre seus valores centrais, a plena liberdade de expressão individual de seus trabalhadores” e destacou que “a via jurídica escolhida pela empresa para tratar do contraditório presente em questão tão complexa repercute como cerceamento a essa liberdade de expressão e cria constrangimentos para o trabalho institucional de busca de superação dos impasses gerados”. O Conselho Universitário da UERJ aprovou, em dezembro de 2010, uma moção de repúdio à TKCSA. O Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz (ASFOC-SN), a Associação de Docentes da UERJ (Asduerj) e o Sintuperj declararam total apoio aos profissionais processados.
Direito ao direito: Os movimentos sociais, entidades, instituições, cidadãos brasileiros e estrangeiros que subscrevem esta moção repudiam a ação da TKCSA e se posicionam pela defesa intransigente dos profissionais envolvidos, por entender que eles cumprem seu dever como servidores públicos ao defenderem solidariamente a saúde das populações impactadas, cumprindo demanda institucional e aplicando seus conhecimentos, manifestando-se pelo direito à livre expressão e pela defesa da saúde pública.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Curso: Saúde Comunitária

 A emoção marcou a cerimônia de formatura dos 70 alunos do curso “Saúde Comunitária: Uma Construção de Todos” – edição 2011, realizada no dia 25 de novembro, no auditório lotado do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). A parceria, animação e o desejo de aprender a quebrar barreiras foram a tônica do curso, promovido pelo IOC em parceria com a Ensp, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, UERJ, UFF, Faetec, SMS, Defesa Civil, entre outras, com apoio do Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde Pública (PDTSP/Teias – Escola Manguinhos). 
Mayalu Matos, José Leonídio,
Antonio Henrique Moraes Neto,
Vancler R.Fernandes, Tânia A.Jorge 
e Helena S.Barbosa

Estiveram presentes, Vancler Rangel Fernandes, Vice-Presidente de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz; Joyker Peçanha, assessor da Vice-Presidência de Ambiente Atenção e Promoção de Saúde da Fiocruz; Tânia Araújo Jorge, Diretora do IOC; Helena Santos Barbosa, Vice-Diretora de Comunicação, Ensino e Informação; José Leonídio, representando a Coordenação da Cooperação Social da Fiocruz; Mayalu Matos, representando o PDTSP-Teias e Cooperação Social/Ensp; e, Antonio Henrique Moraes Neto, pesquisador do Laboratório de Ecoepidemiologia e Controle da Esquistossomose e Geohelmintoses do IOC e membro da comissão organizadora do projeto.
   
Para o prof. Antonio Henrique (LITEB/IOC), uma característica deste trabalho são as relações de convívio que quebram barreiras culturais e territoriais. Pois atua-se com atores sociais oriundos de várias comunidades próximas ou não de Manguinhos, conforme mostra o símbolo da camisa de uma roda comunitária, indo ao encontro do ideário de Paulo Freire, de valorização do diálogo entre o saber acadêmico e o saber popular.
Aluna, Maria de Fátima,
conselheira, segmento Idoso
do CGI, com Mayalu Matos
Mayalu Matos da ENSP e José Leonídio, Cooperação Social da Fiocruz, salientaram a importância dessa iniciativa e a necessidade da troca de saberes e conhecimentos entre a Academia e a sociedade, em especial à circunvizinha ao campus. “Fico feliz com esta ação, pois vejo nesta sala inúmeros alunos que integram conselhos de saúde e do recém-eleito CGI. Isso demonstra o quanto elas estão preocupadas em mudar a realidade de suas vidas e do bairro em que vivem”, salientou Mayalu Matos.
Aluna Geralda da Paz, conselheira,
segmento Saíde e Meio Ambiente, do CGI
A aluna Geralda da Paz, também conselheira eleita para o segmento Ambiente, do Conselho Gestor Intersetorial, ao enaltecer a qualidade do curso, a paciência e dedicação dos professores, lembrou dos momentos em que as cercas e muros, praticamente impediam a presença dos alunos em sala de aula, por conta da violência na região. “Mas estamos aqui, quebramos muros e pulamos cercas.” Antes de se despedir e agradecer a oportunidade que o professor propiciara para “abrir a porta para a juventude”, pediu que os presentes, em especial, aos colegas do curso, que não deixassem os sonhos em casa: “nós, negros, nordestinos, pobres, sabemos que os muros estão aí, mas nem por isso vamos nos abater, porque enquanto tivermos sonhos, poderemos vencer nossas barreiras. Todos os ensinamentos aprendidos podem ser aplicados em nossos territórios, podendo, assim, fazer a promoção da saúde”, concluiu.
Mateus Macedo e prof. Genilton
Mateus Macedo, 17 anos, aluno do curso de Módulo Imagem Microscopia, ao homenagear os professores que souberam manter um clima de companheirismo, harmonia e animação durante todo o curso: “Informação é poder e, o jovem quer o poder. Entretanto, ele precisa ter paciência para aprender, assim como os mais velhos precisam aprender a escutar o jovem, a troca é possível e fundamental”, disse, homenageando com especial carinho o professor Genilton, que os ensinara que os sonhos são fundamentais e os ensinara a sonhar.
Durante a cerimônia, foram exibidos vídeos sobre a trajetória de aprendizado e produzidos pelos alunos, a partir das aulas no LAISS, coordenadas pelo professor André. A turma aprendeu a fazer audiovisuais a partir de imagens coletadas por celular, utilizar programas de edição de vídeo, produzir roteiros, trabalhar em grupo fazendo planejamento e executando as tarefas conforme o cronograma.

Pelo fim da violência contra a mulher

A campanha "Quem ama, abraça!" foi lançada no dia 23 de novembro, no Espaço Cultural do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (Cedim) Heloneida Studart, no Centro, e entre as lideranças femininas de variados movimentos sociais, um grupo merece destaque especial: integrantes da Organização Mulheres de Atitude e Casa da Mulher Manguinhos.

A campanha marca os 30 anos de institucionalização, pela Organização das Nações Unidas (ONU), do Dia Internacional pela Não Violência contra as Mulheres em 25 de novembro e os 20 anos da campanha dos 16 Dias de Ativismo pelo fim da violência contra as mulheres, criada pelo Centro para a Liderança Global das Mulheres.

Cecília Soares - superintendente dos Direitos da Mulher da SEASDJ e presidente do Cedim - “A campanha propõe uma mudança de atitude, incentiva a vítima a denunciar, incentiva o amor”.

Lúcia Carmine - subsecretária de Articulação Institucional da Secretaria de Política para as Mulheres, representando a ministra Iriny Lopes - “Secretaria Nacional não conseguiria se expandir se não houvesse a participação dos movimentos sociais, das instituições e dos governos estaduais e municipais, na luta para acabarmos com a cultural patriarcal, que subjuga a mulher. Mas, a luta é tão grande quanto o país, então o esforço deve ser concentrados incluindo todas as mulheres de todas as raças, credos, classes sociais."

Mulheres de Manguinhos - Patrícia Evangelista, Dejany dos Santos, Monique Cruz, Adriana dos Santos (e a pequena Gabriela, que aos sete meses já começa sua iniciação como uma Mulher de Atitude), Fernanda Graciela, Simone dos Anjos e Norma Maria. Casa da Mulher de Manguinhos - Jaqueline Peixoto e sua equipe.

Videoclip - direção de Denise Saraceni. Apresentado por Elisa Lucinda, conta com a participação de vários artistas: Alcione, Ana Carolina, Beth Carvalho, Chico Cesar, Ed Motta, Elba Ramalho, Luiz Melodia, Margareth Menezes, Martinho da Vila, entre outros.

Objetivo - sensibilização.

Quadro da violência contra a mulher - a cada duas horas, uma mulher é assassinada no Brasil; 30% delas já sofreram algum tipo de violência doméstica; a cada dois minutos, cinco são violentamente agredidas. E, se colocarmos o recorte étnico-racial, o número aumenta mais ainda.

Educação não formal e a ciência

O VIII Fórum Ciência e Sociedade, realizado pela Fiocruz Brasília, Embrapa e Ministério da Cultura, revelou um grande desafio para profissionais de pesquisa e educação: popularização da ciência e às práticas de educação não formal no Brasil.

Ribamar Ferreira - pesquisador da Fiocruz e coordenador do Projeto Ciência Móvel do Museu da Vida - O Brasil não tem tradição de museus de ciência. A França implantou o primeiro museu de ciência há quase dois séculos. Quando as pessoas falam que não visitaram um museu de ciência este ano, na maioria das vezes é por falta de acesso. É preciso integrar a ciência na cultura, para que ela faça parte do censo comum.

Douglas Falcão - pesquisador do Museu de Astronomia e Ciências Afins - e Cristina Ferreira - pesquisadora da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio - A educação não formal possibilita que os indivíduos possam fazer suas escolhas. A educação não formal não possui uma estrutura pré-definida de conteúdo: o estudante não tem a obrigação de aprender, o ambiente é pautado por relações sociais entre familiares ou amigos.

Desafios: superação de desequilíbrios regionais, ampliação de cursos de graduação e pós-graduação que envolvem a ciência, inserção de programas de TV sobre o assunto em horários melhores, acesso da população a equipamentos culturais e científicos, realização de projetos voltados para a terceira idade e difusão da ciência como um fazer humano.

Curso técnico Eletricista

Jovens a partir de 17 anos têm a oportunidade de fazer um curso profissionalizante de eletricista de manutenção industrial pelo SENAI, com bolsa de estudos e chance de contratação após o término do curso.

Os pré-requisitos são: Ensino Fundamental completo e ser morador de Manguinhos ou bairros vizinhos. O processo seletivo está a cargo da Usina de Cidadania e os interessados devem entrar em contato com Fernanda pelo telefone 3891-2106 ou pelo email fernanda.hamann@rpdm.com.br.

Prêmio Victor Valla

Prorrogadas, até 31 de dezembro, as inscrições para o Prêmio Victor Valla de Educação Popular em Saúde. O prêmio visa contribuir com o fortalecimento de grupos, movimentos populares e acadêmicos, assim como serviços de saúde que desenvolvem ações de educação popular em saúde. A proposta pretende fortalecer a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no Sistema Único de Saúde (ParticipaSUS). 

Participação - Podem participar do concurso integrantes de movimentos populares, conselheiros de saúde, gestores, trabalhadores, estudantes, educadores, pesquisadores e pessoas envolvidas com experiências de educação popular em saúde, incluindo a sociedade civil organizada. Serão premiadas iniciativas inéditas de caráter público, sem fins lucrativos, embasadas nos princípios da Educação Popular e articuladas ao SUS em quatro categorias: narrativas ou relatos, produções audiovisuais ou musicais, textos artísticos e textos científicos.

Premiação - As experiências classificadas em primeiro lugar em cada categoria receberão R$6 mil. O segundo lugar, R$5 mil e o terceiro lugar, R$ 4 mil. As iniciativas apresentadas na forma escrita premiadas poderão compor a 2ª edição do Caderno de Educação Popular em Saúde, publicação do Ministério da Saúde. Já os dez vídeos ou áudios vencedores irão compor um DVD educativo, que será desenvolvido pelo Ministério.

Victor Vincent Valla

1937-2009 - Foi pesquisador Emérito da Fundação Oswaldo Cruz e um dos responsáveis pela consolidação da relação entre educação popular e a saúde. Sua obra é uma referência importante para as práticas de gestão participativa, cuidado e promoção da saúde no SUS.


Mais informações: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1820

Rede Manguinhos Sustentável

Graciara Silva (Gagui), Mayalu Matos (Ensp/Fiocruz)
e Augusto Motta (reitor da Unisuam)
A necessidade de mudar a imagem negativa que, insistentemente, paira sobre Manguinhos, um dos bairros com menor índice de desenvolvimento  social do município do Rio de Janeiro, é o foco da Rede Manguinhos Sustentável, lançada em 29 de novembro, no Centro Cultural Unisuam. Esta iniciativa é, na realidade, um grande esforço coletivo que envolve diferentes segmentos da sociedade – público, privado e local – que têm um histórico de ações em prol do desenvolvimento local. 
Aline (PAC Município) ao microfone sendo
obserada por Verônica Lameira, Augusto Motta Mayalu Matos
Integram a corrente de parcerias: UNISUAM, Lamsa, CVT-Correios (FAETEC), Banco do Brasil, Instituto Ary Carvalho, PAC-Município, Supervia, Fiocruz, Correios, Casa Civil, Governo do Estado, Usina da Cidadania, FINEP e integrantes do Conselho Comunitário de Manguinhos. O próprio slogan da campanha – “Seu futuro é você quem faz!” – sinaliza que o comprometimento é dever de todos.  

Augusto Motta - reitor do Centro Universitário Augusto Motta (Unisuam): O futuro é muito próximo para nossa rede. O país, como um todo, perdeu muito tempo fazendo coisas individualizadas: não dá mais tempo para isso. As empresas, as comunidades, as pessoas, com boas ideias têm que se unir e quanto maior a rede e a articulação, melhor para todos. O mais importante é a união. 


Verônica Lameira da Lamsa
Verônica Lameira - Linha Amarela S/A-LAMSA: Em 2012 a empresa investirá em programas de iniciativas locais para fortalecer os projetos nas comunidades, desde o apoio financeiro até o apoio de monitoramento. 
Mayalu Matos - Cooperação Social da Ensp, representando a Cooperação Social da Fiocruz: A Rede Manguinhos Sustentável, é muito importante para a Fiocruz e Ensp, em especial para a Cooperação Social, que tem como uma de suas tarefas estimular a participação social no território de Manguinhos. E, um dos frutos deste trabalho tem sido o fomento à criação dos conselhos: Conselho Gestor Intersetorial do Teias; Conselho Comunitário; Conselhos de Saúde.  

Mayalu Matos, Sansei Gagu (professor de Judô),
Gagui e Aline Batista

Aline Batista de Paula - PAC Municipal de Manguinhos - A Rede é uma forma criativa de potencializar o trabalho junto e com a comunidade.

Graciara da Silva, Gagi, - Conselho Comunitário de Manguinhos: O GT Esportes e Lazer, da qual é coordenadora, discute e articula a criação da Olimpíada de Manguinhos. Este trabalho visa a descoberta e a potencialização de talentos para os Jogos Olímpicos de 2016, onde profissionais da região, atuando em projetos sociais e escolas.
Empresários, gestores, comunidade, conselheiros de saúde
em prol de uma Manguionhos sustentável
Alex Vargas - articulador pelo PAC Estado na concretização da Rede Manguinhos Sustentável: A rede foi o resgate do que já aconteceu em Manguinhos com o desenvolvimento local na década de 1990, em que a Fundação Oswaldo Cruz teve uma grande participação. Apesar de tudo o que acontece em Manguinhos hoje, existe muita gente aqui disposta a trabalhar, a arregaçar as mangas para reverter o quadro de desigualdades, de exclusão social. E a Rede vem para concretizar estes objetivos. 

Curso: Multiplicadores Ambientais

Continuam abertas as inscrições para formação de turmas para o Curso de Formação de "Multiplicadores Ambientais", voltado para jovens de 13 a 17 anos. Haverá turmas para o CRJ Manguinhos e no CCDC de Varginha, às segundas e quartas-feiras, das 9h às 12h.

Segundo Aline de Paula, coordenadora do PAC Município, promotora do curso, uma primeira turma já está em funcionamento no CRJ Manguinhos e para uma de suas aulas, nesta segunda-feira, 5/12, contará com a presença de Wiliam Martins, conselheiro suplente do CGI do segmento Saúde e Meio Ambiente, fará uma atividade extra: mutirão de limpeza.

É uma ótima oportunidade para a galerinha que está entrando de férias aproveitar o tempo livre para adquirir mais conhecimentos sobre meio ambiente, com muita alegria e parceria.

Então, pessoal... aproveitem...

Curso para Empreendedores

Encontram-se abertas no PAC Município do CCDC de Varginha (Av. Leopoldo Bulhões, 952) o Curso de para Empreendedores que será realizado no CRJ Manguinhos (atrás da UPA), às segundas e quartas-feiras, das 8h às 12h.
O curso é inteiramente gratuito, somente com 25 vagas. Esta formação vem atender às expectativas de pequenos comerciantes, artesãos, autônomos.